quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Terremoto arrasa capital do Haiti; mundo prepara ajuda












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Um forte terremoto abalou o Haiti nesta terça-feira, destruindo prédios e matando um número ainda incerto de pessoas, em um dos países mais pobres do mundo. Sem levantamentos oficiais e em meio a um colapso nas comunicações, fontes médicas e humanitárias preparam-se para a possibilidade de haver milhares de mortos, incluindo estrangeiros de diversas nacionalidades que fazem parte da força de paz das Nações Unidas, liderada há cinco anos pelo Brasil. Diversos países e entidades internacionais mobilizam-se para ajudar o país.

Em um país de construções precárias, mesmo prédios importantes como o palácio presidencial e a sede da missão da ONU (Organização das Nações Unidas) não resistiram e sofreram sérios danos. Há relatos de casas que caíram de barrancos e de um hotel de luxo que teria desabado, soterrando 200 pessoas. Repórteres e testemunhas relatam grande destruição e cenas sangrentas na capital, Porto Príncipe.

O terremoto de magnitude 7 aconteceu às 16h53 (19h53 em Brasília), a cerca de 16 km da capital haitiana, sendo considerado o mais forte no país em 200 anos.

As comunicações foram em grande parte interrompidas, tornando impossível obter um quadro completo sobre os danos, enquanto vários tremores que se seguiram ao grande sismo continuaram a assustar a população do país, onde muitas construções são precárias. A eletricidade foi cortada em alguns lugares.

O Haiti é o país mais pobre do Ocidente. O Brasil comanda cerca de 7.000 soldados da força de paz da ONU (Minustah) no Haiti, enviada ao país em 2004, e tem cerca de 1.300 homens na região. O Ministério da Defesa informou, por meio de nota, que houve "danos materiais" em instalações usadas por brasileiros, mas não citou vítimas.

O subsecretário-geral para Operações de Paz da ONU, Alain Le Roy, disse em um comunicado divulgado em Nova York que a sede da missão sofreu graves danos, juntamente com outras instalações das Nações Unidas e que um grande número de pessoas que trabalham para a organização continuava desaparecido.

A imprensa estatal chinesa informou que pelo menos oito soldados chineses foram soterrados, e que outros dez estão desaparecidos.

Jornalistas da agência Associated Press descrevem danos graves e generalizados pelas ruas, onde sangue e corpos podem ser vistos. Segundo a agência, dezenas de milhares de pessoas estão desabrigadas.

Muitas pessoas gravemente feridas se sentam nas ruas, á espera de ajuda médica vária horas depois do terremoto. Em praças públicas, milhares de pessoas cantam hinos e se dão as mãos.

A rede de TV CNN informou que possui imagens de mortos pelas ruas da capital haitiana, mas que são muito fortes para exibição.

Em um país de construções precárias, mesmo prédios importantes como o palácio presidencial e a sede da missão da ONU (Organização das Nações Unidas) não resistiram e sofreram sérios danos. Há relatos de casas que caíram de barrancos e de um hotel de luxo que teria desabado, soterrando 200 pessoas. Repórteres e testemunhas relatam grande destruição e cenas sangrentas na capital, Porto Príncipe.

O terremoto de magnitude 7 aconteceu às 16h53 (19h53 em Brasília), a cerca de 16 km da capital haitiana, sendo considerado o mais forte no país em 200 anos.

As comunicações foram em grande parte interrompidas, tornando impossível obter um quadro completo sobre os danos, enquanto vários tremores que se seguiram ao grande sismo continuaram a assustar a população do país, onde muitas construções são precárias. A eletricidade foi cortada em alguns lugares.

O Haiti é o país mais pobre do Ocidente. O Brasil comanda cerca de 7.000 soldados da força de paz da ONU (Minustah) no Haiti, enviada ao país em 2004, e tem cerca de 1.300 homens na região. O Ministério da Defesa informou, por meio de nota, que houve "danos materiais" em instalações usadas por brasileiros, mas não citou vítimas.

O subsecretário-geral para Operações de Paz da ONU, Alain Le Roy, disse em um comunicado divulgado em Nova York que a sede da missão sofreu graves danos, juntamente com outras instalações das Nações Unidas e que um grande número de pessoas que trabalham para a organização continuava desaparecido.

A imprensa estatal chinesa informou que pelo menos oito soldados chineses foram soterrados, e que outros dez estão desaparecidos.

Jornalistas da agência Associated Press descrevem danos graves e generalizados pelas ruas, onde sangue e corpos podem ser vistos. Segundo a agência, dezenas de milhares de pessoas estão desabrigadas.

Muitas pessoas gravemente feridas se sentam nas ruas, á espera de ajuda médica vária horas depois do terremoto. Em praças públicas, milhares de pessoas cantam hinos e se dão as mãos.

A rede de TV CNN informou que possui imagens de mortos pelas ruas da capital haitiana, mas que são muito fortes para exibição.

Haiti é o país mais pobre das Américas; saiba mais

O Haiti, país atingido nesta terça-feira por um terremoto que alcançou 7 graus de magnitude, é uma antiga colônia francesa, localizada no mar do Caribe. Com 9 milhões de habitantes, é a mais antiga república negra do mundo, fundada por escravos libertos após uma revolta que desencadeou a independência do país, em 1804.

O país tem renda per capita anual de US$ 560 (cerca de R$ 977 reais), e cerca de 67% da população vive abaixo da linha de pobreza. Mais de metade da população vive com menos de US$ 1 por dia, e 78% vivem com menos de US$ 2. Os principais produtos são agrícolas: cana de açúcar, bananas, café e mangas; além da pesca, e criação de gado bovino.

A taxa de mortalidade infantil é alta, 60 para cada 1.000 nascimentos, e a incidência do vírus da Aids na população entre 15 e 49 anos é de 2,2%.

Depois de décadas de ditadura, o antigo padre católico Jean-Bertrand Aristide se tornou o primeiro líder democraticamente eleito no país, em 1990. Ele foi tirado do poder por um golpe militar, em 1991, mas acabou reinstalado, com o auxílio dos Estados Unidos, em 1994, governando até 1996. Eleito novamente em 2000, ele foi forçado a deixar o país em exílio em 2004 por uma rebelião de gangues e antigos soldados. O Haiti tem sido liderado pelo presidente René Préval desde maio de 2006, quando o país retomou a ordem constitucional.

Em 2004, o Haiti foi duramente afetado pela tempestade tropical Jeanne, sofrendo graves inundações que deixaram milhares de mortos.

O Haiti divide a ilha Hispaniola com a República Dominicana, e se localiza a 80 km do sudoeste de Cuba.

Saiba mais sobre Haiti

Nome: República de Haiti

Forma de governo: República presidencialista

Capital: Porto Príncipe

Nacionalidade: Haitiana

População: 9.035.536

Área: 27.750 km 2

Idioma: Francês e francês crioulo (oficiais)

Moeda: Gourde

Religião: Católica, protestante e crenças afro-africanas

PIB: US$ 6,9 bilhões (estimativa de 2008)

Renda per capita anual: US$ 560 (estimativa de 2008)

Posição no IDH: É o 146º país de uma lista de 177 do Índice de Desenvolvimento Humano elaborado pela ONU (Organização das Nações Unidas).

Fonte: Folha Online

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Foto:Daily Mail

A vida em Porto Príncipe - Capital do Haiti, depois do terremoto.



Foto by Nasa

Foto da Nasa da Capital Porto Príncipe - depois do terremoto.
Foi como se um arado passasse sobre as casas da cidade.
(clique para ampliar)


Foto: Daily Mail

Porto Príncipe - Daily Mail
(amplie)

1 - Daily Mail: album - 11 fotos



Foto: USA Today


Pulando sobre corpos.

2 - USA Today : Album 64 fotos



ATUALIZANDO

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