sábado, 30 de maio de 2009

Suposto vazamento da lista de sedes da Copa irrita presidente da CBF

O anúncio das cidades que irão sediar os jogos da Copa do Mundo de 2014 será apenas neste domingo, mas na última sexta-feira uma lista com as supostas escolhidas foi publicada em um blog. A informação agitou os bastidores e irritou o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e do comitê organizador do Mundial, Ricardo Teixeira.

Arquivo/AFP
Presidente da CBF, Ricardo Teixeira, ficou irritado com vazamento da lista das sedes
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Um interlocutor do dirigente exprimiu o sentimento de Teixeira. Segundo ele, o temperamento do presidente da CBF poderia até provocar uma mudança de última hora na lista de cidades escolhidas, apesar de essa possibilidade ser encarada apenas como uma ameaça, com poucas chances de ser concretizada.

Pela suposta lista que vazou à imprensa, as cidades escolhidas seriam Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Manaus (AM), Natal (RN), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP). Dessa forma, Belém (PA), Campo Grande (MS), Florianópolis (SC), Goiânia (GO) e Rio Branco (AC) ficariam fora.

Neste sábado, Ricardo Teixeira participou da reunião do conselho executivo da Fifa realizada no período da tarde, no hotel Atlantis, o mesmo em que acontecerá o anúncio das sedes. O dirigente, no entanto, não quis comentar o teor do encontro ou dar informações sobre a escolha para a Copa do Mundo de 2014.

Já neste domingo, Teixeira fará a revelação das sedes em um evento ao lado do presidente da Fifa, Joseph Blatter, e do secretário-geral da entidade, Jerome Valcke, colocando, assim, um ponto final nas especulações, pelo menos as em torno do nome das cidades escolhidas.

Líder de rede de pedofilia era influente assessor de assuntos homossexuais e crianças do governo escocês

(Por Kathleen Gilbert) EDIMBURGO, Escócia — Um dos líderes de uma rede de pedofilia descoberta na Escócia era um dos mais importantes assessores do Executivo escocês em questões homossexuais de políticas públicas voltadas para as crianças, informa o jornal britânico Daily Mail.

LifeSiteNews.com noticiou que James Rennie, o diretor de 38 anos do grupo Juventude Escocesa LGBT, foi condenado neste mês por abusar sexualmente, durante quatro anos, de um menino — iniciando o abuso quando a criança tinha 3 meses de idade. Amigos deixavam o menino com Rennie, que era sua babá.

Rennie, que se demitiu de sua posição na Juventude Escocesa LGBT depois de sua prisão no ano passado, fez intensa campanha de pressão política no parlamento escocês, e visitou o primeiro ministro da Inglaterra como "o mais importante e influente assessor do Executivo em assuntos gays para políticas envolvendo crianças", de acordo com o Daily Mail.

Entre outras questões, sob a liderança de Rennie o grupo fez campanha de pressão política para que os casais homossexuais pudessem adotar crianças.

Rennie e o colega ativista homossexual Neil Strachan, que foi condenado por atacar um menino de 18 meses que ele estava tomando conta na véspera de Ano Novo em 2005, está enfrentando sentenças máximas de vida na prisão como líder de uma extensa rede de pedofilia.

Os dois homens trocavam entre si suas vítimas e imagens do abuso com outros seis homens condenados no desmantelamento da rede de pedofilia. O grupo foi condenado na semana passada em mais de 50 acusações, inclusive ataques sexuais a crianças, conspiração para abusar de crianças e posse e distribuição de pornografia infantil.

Traduzido por Julio Severo.

Fonte: Noticias profamilia / Julio Severo

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Coreia do Norte lança novo míssil de curto alcance


A Coreia do Norte lançou um novo míssil de curto alcance no Mar do Japão, informou nesta sexta-feira a agência de notícias sul-coreana "Yonhap". Os norte-coreanos não confirmam o lançamento.

Segundo a "Yonhap", a Coreia do Norte disparou um míssil terra-ar de curto alcance da base de Musudan-ri, no nordeste do país, por volta das 18h12 hora local (6h12 horário de Brasília). O último projétil seria de um novo tipo, diferente dos anteriores, capaz de alcançar uma distância de 160 quilômetros, de acordo com a agência de notícias.

Desde o começo da semana, o regime norte-coreano já disparou seis mísseis de curto alcance, todos na sua costa oriental, e efetuou, na segunda-feira, seu segundo teste nuclear subterrâneo. A Rússia afirmou que a magnitude do teste foi de até 20 quilotons, equivalente à bomba atômica lançada sobre a cidade japonesa de Nagasaki no fim da Segunda Guerra Mundial. 

Nesta sexta-feira, o regime comunista norte-coreano ameaçou com novas medidas em defesa própria, se o Conselho de Segurança da ONU aprovar novas sanções em represália por seu teste nuclear.

A Coreia do Norte advertiu a ONU que a aprovação de novas sanções contra seu teste atômico poria fim ao armistício em vigor desde 1953 na península coreana.

"Uma atividade hostil do Conselho de Segurança da ONU será equivalente à anulação do acordo de armistício da Guerra da Coreia (1950-53)", disse hoje o Ministério de Exteriores norte-coreano em comunicado publicado pela agência oficial "KCNA".

Nunca foi feito um tratado de paz para a Guerra da Coreia (1950 - 1953), apenas a assinatura de um armistício, proposta pela Índia, entre China, Coreia do Norte e Estados Unidos, em representação do 
exército pela bandeira da ONU.
Na quinta-feira, os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (EUA, Rússia, China, França e Reino Unido) se manifestaram a favor de impôr alguma sanção ao teste nuclear da Coreia do Norte. 

As cinco potências, ao lado de Japão e Coreia do Sul, pretendem apresentar na semana que vem um projeto de resolução mais firme do que o aprovado em 2006, após o primeiro teste nuclear subterrâneo dos norte-coreanos.

Em conversa por telefone na quinta-feira (28) à noite, o primeiro-ministro do Japão, Taro Aso, e o premiê britânico, Gordon Brown, concordaram sobre a necessidade de uma nova resolução da ONUque inclua sanções adicionais ao regime de Pyongyang. O governo japonês também destacou o papel da Rússia na aprovação de uma nova resolução.

Disputa naval
A Coreia do Sul acredita que Pyongyang esteja preparando novas provocações depois que barcos de pesca chineses foram vistos deixando as águas fronteiriças do Mar Amarelo. Muitos acreditam que o Norte possa optar por um confronto naval, já que a região deveria estar cheio de barcos pesqueiros devido ao início da temporada de pesca do caranguejo.

"Nossas forças estão observando esse movimento (dos barcos de pesca chineses) tendo em mente que eles podem ser sinais para a possibilidade de uma agressão da Coreia do Norte", disse o porta-voz do Ministério da Defesa sul-coreano, Won tae-jae

No entanto, Geoff Morrell, porta-voz do Pentágono, afirmou que os EUA não viram sinal de atividade militar que acompanhe a "linguagem agressiva" da Coreia do Norte nos últimos dias.

As Coreias travaram duas disputas navais nos últimos dez anos, em 1999 e em 2002, e Pyongyang afirmou que uma próxima pode acontecer em breve.

As duas batalhas mais recentes aconteceram em junho, época em que a temporada de pesca do caranguejo está em seu pico no Mar Amarelo. É nesse mês que os pesqueiros disputam os melhores pontos, perto da problemática fronteira marítima entre Coreia do Norte e Coreia do Sul. 

"Agora que falam sobre uma guerra, nós, pescadores, estamos preocupados", disse Kim Jae-sik, um pescador de 48 anos da ilha Yeonpyeong. A ilha se localiza em águas que Pyongyang diz ser suas, mas que foram ocupadas por Seul desde a Guerra da Coreia, na década de 1950.


Melhores momentos de Palmeiras 1 x 1 Nacional-URU pelas quartas de final Taça Libertadores


Palmeiras e Nacional, do Uruguai, empataram hoje por 1 a 1, na partida de ida das quartas-de-final da Copa Libertadores.

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Jogando no Palestra Itália, os comandados do técnico Wanderley Luxemburgo abriram o placar aos 10 minutos do primeiro tempo, com Diego Souza, batendo forte de fora da área.

O empate do Nacional saiu aos 35 minutos, com Santiago García, que tinha entrado em cinco minutos antes.

Com o resultado desta quinta, o clube paulista precisa vencer ou empatar por dois gols ou mais de diferença em Montevidéu para continuar na competição.

Empate sem gols classifica o Nacional, e a repetição do placar do Palestra leva a decisão aos pênaltis.

As duas equipes voltam a se enfrentar no dia 17 de junho.

veja os gols no Jornal Gênesis.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Perícia isenta Igreja Renascer por desabamento, diz advogado


O laudo do IC (Instituto de Criminalística) isentou a Igreja Renascer em Cristo de responsabilidade pelo desabamento do telhado da sua sede internacional, no Cambuci, no Centro de São Paulo, segundo o advogado da igreja, Luiz Flávio Borges D” Urso. O acidente ocorreu em 18 de janeiro deste ano e deixou nove mulheres mortas e mais de cem feridos.

Em nota divulgada pela igreja, Urso explicou que a Renascer contratou uma empresa de engenharia para reformar o telhado do templo após recomendação do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), em 1999. Um documento do IPT de fevereiro de 2000 indica que 14 tesouras - estruturas responsáveis pela sustentação das telhas - foram reforçadas com vigas metálicas.

Mas, segundo o advogado, o IC constatou que uma das tesouras não foi reparada adequadamente, induzindo a Renascer a uma “falsa sensação de segurança plena”. “A conclusão do laudo aponta esse vício oculto como fator preponderante que desencadeou o desabamento”. Urso acredita que essa informação vai mudar o rumo da investigação instaurada para descobrir os responsáveis pelo acidente.

Fonte: Diário do Grande ABC

Suecos testam vacina contra o fumo

Pesquisadores suecos estão testando uma vacina contra o fumo.
A uma estimativa que 5 milhões de pessoas morrem por causa dos seus males.

O Jornal Gênesis traz na integra essa matéria em vídeo.

Informação digital - esta é a nossa vez!


"Para ser uma estrela,
primeiro você deve acender uma luz"
(Joao Cruzue)

João Cruzue

Aos Blogueiros Evangélicos

Não sei se você já notou, mas as grandes empresas jornalísticas, tanto no mundo quanto no Brasil estão fechando seus Balanços (ou as portas) com grandes prejuízos. Por exemplo: em São Paulo existia um famoso jornal de finanças chamado A Gazeta Mercantil. Um prédio enorme em Santo Amaro, próximo ao Hotel Transamérica. Saiu hoje na imprensa que a partir de 01 de junho ele deixará de ser publicado. Isto acontece no mundo inteiro.

A imprensa tradicional, impressa, está falindo. Por que?

Porque a nova geração de crianças e teens se atualizam diante de um computador - pela via digital. Aqui está o problema: As empresas jornalísticas ainda não descobriram como ganhar dinheiro com publicidade virtual. Com exceção do Google, que investiu nisso e vai muito bem, o restante está amargando prejuízos e podem não sobreviver.

Antes todo mundo comprava o jornal ou a revista na banca da esquina para ler o que o grande jornalista escrevia. Hoje o grande jornalista está sendo substituído por você e por mim. Nós, as pessoas comuns, temos gratuitamente o mesmo acesso e as mesmas ferramentas para publicar o que vemos, sentimos e queremos. Com isso, a informação se democratizou e eles perderam prestígio e leitores.

Nós fazemos as reportagens de hoje. Nós publicamos as poesias do cotidiano. Nós comentamos, evangelizamos, emitimos opiniões, esbravejamos, reividincamos, reclamamos, informamos e repassamos o que acontece hoje. Com isso mais e mais leitores lêem o que escrevemos e começam a ter um compromisso de fidelidade conosco.

Nossa hora é agora. Continue investindo no seu talento. Seja fiel ao seu leitor. É engano achar que ainda não tem qualificações - antes de tentar, experimentar e gostar. Aquilo que você vê e sente é interessante para os leitores. É muito importante trabalhar este seu lado subjetivo.

A sabedoria está, não em pensar que seja o dono da verdade, mas em se informar bem, melhorar na gramática, na ortografia, na concordância, na oração para produzir uma boa informação. Isto compromisso de fidelidade com o leitor. Informar com simplicidade, com conhecimento da realidade, seja o que acontece em uma vila ou na Metrópole.

Se você tiver este respeito por por seus leitores, essa responsabilidade, esta seriedade, esta disciplina, este "sempre-melhorando", ainda que eles sejam poucos no começo, ao perceberem seu compromisso, eles serão fiéis leitores do seu Blog, do seu Site.

A fonte da notícia em língua portuguesa ou espanhola do dia de amanhã estará em seus olhos e e ouvidos. A UBE está aqui discretamente para dizer que você é o futuro da informação. Você faz parte de uma revolução digital; da democratização digital da informação. O agente principal.

Trocando em miúdos: você está substituindo a imprensa tradicional. Nós, o povo evangélico, precisamos estar conscientes disso. A União de Blogueiros Evangélicos tem uma visão. Cada lider evangélico precisa publicar um Blog. Ministros, professores, superitendentes, profissionais liberais, estudantes, líderes de departamentos, maestros, etc. Nem todos podemos brilhar com estrelas. Mas não há como saber se não acendermos uma luz.

Que o Senhor Jesus lhe ensine, cada dia, a usar o bom tempero do Espírito para alimentar e informar com bom conteúdo dezenas, centenas, milhares, milhões e bilhões de leitores.

Isto você precisava saber. Esta é a nossa vez. Crie um blog. Desafie outros líderes evangélicos para fazer o mesmo. Eis a Terra de Canaã diante de nós. Vamos cruzar o Jordão. Vencer batalhas e tomar posse.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Jornal Nacional apresenta série de reportagens sobre obras sociais de igrejas evangélicas presentes no Brasil

em 27/05/2009 07:30:00 (105 leituras)

O Jornal Nacional está apresentando esta semana, uma série de reportagens sobre obras sociais de algumas das dezenas de igrejas evangélicas presentes no Brasil. Nesta quarta-feira, o jornal vai mostrar como a vida de moradores de rua está se transformando por causa do trabalho dos metodistas, em um viaduto de São Paulo.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), enquanto a população brasileira cresceu 15,5% entre os dois últimos censos, o número de evangélicos dobrou. Hoje, são cerca de 15% dos brasileiros. Como a maioria católica inclui 73% da população, as obras da Igreja Católica são mais conhecidas. 

Nesta semana, o Jornal Nacional mostra o trabalho que os evangélicos estão fazendo não só em cidades grandes como o Rio de Janeiro, mas também em comunidades menores, do interior do país, apoiando populações que frequentemente são esquecidas pelo poder público. 

A harmonia dos sons vale por uma prece. 

"O instrumento, a música e o canto têm uma ligação muito íntima com Deus", afirma o músico Gilberto Oliveira. 

Diante da orquestra em um templo da Assembleia de Deus, como ficar de braços cruzados? A Assembleia de Deus é uma igreja brasileira, criada no início do século 20 em Belém do Pará, que tem hoje 8,4 milhões de fiéis espalhados pelo país.

São evangélicos de ramo pentecostal, que acreditam no poder do Espírito Santo e usa a música como oração. Música cheia de fervor. 

A Sinfonia da Fé tem origem em um projeto que ajuda crianças, jovens e adultos. Gilberto achava que seria técnico em química. Hoje, toca no culto e também na Orquestra Municipal do Rio de Janeiro. 

"Quando a gente está fazendo música, a gente já sente na pele. Às vezes, a gente fica arrepiado. Quando a gente faz a coisa para Deus e dá aquele arrepio, Meu Deus do céu. Esse, Deus recebeu", explica o músico.

Nas oficinas da igreja, ele se descobriu como músico de talento. Uma atividade mantida com uma parte do dízimo, das doações que vem dos fiéis. 

"As pessoas costumam ouvir que a igreja só existe para pegar dinheiro do povo, para enganá-lo. Os pastores são tidos como charlatões, pegadores de dinheiro. Mas ninguém vê os acontecimentos sociais que a igreja promove", afirma Nelson dos Anjos, pastor da Assembleia de Deus. 

A origem das igrejas evangélicas está no distante Século 16, na decisão de homens como o monge Martinho Lutero e o teólogo João Calvino, em romper com a Igreja Católica. 

O primeiro por não concordar com o pagamento das indulgências, a possibilidade que existia, na época, de comprar o perdão divino. O segundo por querer uma grande reforma na organização dos ritos católicos. 

O movimento é conhecido como Protestantismo, de onde derivam a imensa maioria dos evangélicos de hoje. 

"Com o Lutero, você vai ter toda uma nova teologia muito calcada na interpretação, na leitura da Bíblia. Você tem que assumir para você que está tudo ali na Bíblia. As suas orientações estão na Bíblia para a sua vida", declara a socióloga Maria das Dores Machado. 

E está lá escrito: a missão dos cristãos é divulgar a palavra de Deus mundo afora. Os presbiterianos foram para Dourados, no Mato Grosso do Sul, em 1928, para levar o Evangelho, com autorização da Funai, para a maior aldeia do Brasil. 

A Igreja Presbiteriana tem origem no Século 16, está no Brasil desde 1859 e tem hoje 980 mil fiéis. É conhecida por reforçar os valores éticos e morais. Na missão Caiuá, um hospital só para eles. Também uma escola, com ênfase evangélica. 

Em meio à disputa por terras na região que já dura décadas, o preconceito afastou brancos e índios e dividiu a tribo. Hoje, são dois caciques e nenhum pajé, o líder espiritual. O último morreu há cinco anos. Os chocalhos sagrados dos rituais criaram teias de aranha. 

Agora, as doenças são tratadas só no hospital da missão. Na cidade, os índios ainda não são bem recebidos. 

"A discriminação e o preconceito são muito fortes", afirma uma índia. 

Na escola indígena, os mais velhos tentam não deixar a cultura morrer. Na escola da missão, as aulas dos brancos funcionam como reforço, como ferramenta para entender e transitar no mundo dos brancos. 

"Quando você pode ensinar uma criancinha que está ao seu lado, quando você pode curar a ferida de alguém está sofrendo no hospital. Todos esses gestos não são simplesmente de um profissional que está fazendo, mas alguém que tem o ideal de servir e que gostaria, através daquele gesto, alcançar a grandeza e o amor de Deus no seu coração", afirma Benjamim Bernardes, reverendo da Igreja Presbiteriana. 

O reverendo Benjamim sabe que, para tudo isso dar certo, uma barreira tem que cair. Afinal, são evangélicos americanos, de língua inglesa, no Brasil da língua portuguesa, trabalhando com índios que falam o caiuá. 

Um dos maiores desafios dos missionários foi tentar entender a língua dos índios para poder falar de igual para igual com eles. Mas os religiosos foram além. Conseguiram registrar pela primeira vez, por escrito, a gramática da língua kaiwá. 
Ainda produziram um livro. De texto estranho, sagrado. É a Bíblia feita para os índios e escrita na língua deles. 

"Deus me chamou para isso", conta a missionária inglesa Audrey Taylor. 

É o trabalho de uma vida. Audrey começou decifrando gestos e ruídos. Agora, divulga o Evangelho sem precisar de tradução simultânea. 

"Eles têm mais valor do que eles pensavam que tinham. A língua está escrita e Deus falou com eles através da Bíblia, na própria língua", esclarece Audrey. 

"Eu gostei da parte onde diz que Deus não quer que nenhum dos pequeninos se perca. Assim como ele amou a ovelha perdida, ele ama a todos igualmente. A missão trouxe uma nova realidade para uma comunidade indígena, uma outra vida", revela o índio caiuá Natanael Cárceres. 

Ensinar, aprender, proteger e ajudar. Na missão evangélica encravada no cerrado, são os próprios índios os primeiros a reconhecer: 

"Foi Deus que mandou a missão, tanto os caciques, os rezadores falam disso também. Se não fosse Deus, o caiuá estaria reduzido, muito reduzido, porque nós íamos morrer tudo", avalia a índia caiuá Valdelice Veron. 

"Todos nós podemos fazer algo, por mais simples que seja, desde que haja no nosso coração o desejo sincero de poder servir ao próximo", conclui Benjamim Bernardes. 

Na quarta-feira, você vai ver como a vida de moradores de rua está se transformando por causa do trabalho dos metodistas, em um viaduto de São Paulo.

Fonte: Site do Jornal Nacional


terça-feira, 26 de maio de 2009

Maisa Choro Polêmico no sbt.


Poucas horas apos as aparições de Maisa Silva chorando no palco logicamente, começou a proliferação de vídeos no YouTube com as cenas em questão. Se contadas todas as postagens, a soma atinge mais de três milhões de visualizações no site de vídeos também são muitos os comentários de repulsa em relação ao comportamento de Silvio santos.
Na onda da polêmica, foi criado o site Free Maisa (liberte Maisa) que propõe libertá-la das garras do abuso psicológico e da falta de noção que sua mãe e o Silvio santos têm. O endereço freemaisa estimula os visitantes a comentarem, por mei de postagens no Twitter, formando uma espécie de abaixo assinado digital.

Estamos disponibilizando os dois vídeos para sua opinião.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Obama declara: Os EUA não são uma nação cristã, mas foram moldados pelo islamismo para melhor

(por Don Feder) - Uma parte do discurso de Obama no Parlamento da Turquia disse: "Não nos consideramos uma nação cristã". Esse discurso me lembra uma piada antiga: O Cavaleiro Solitário e seu ajudante índio estão cercados por índios hostis. O homem mascarado vira-se para seu fiel companheiro e pergunta: "O que iremos fazer agora?" Seu ajudante responde: "O que você quer dizer nós, cara pálida?"

Como outros esquerdistas, Obama tem o infeliz hábito de projetar suas ilusões no povo americano.

Ele estava na Turquia como parte de sua turnê de repúdio aos EUA, durante a qual ele gratificou vergonhosamente os desejos do antiamericanismo europeu. ("Temos sido arrogantes e prometemos não mais torturar terroristas e sempre escutar os 'aliados' que quase perderam as duas guerras mundiais e a Guerra Fria. E nos últimos 15 segundos eu disse o quanto lamento o episódio de Wounded Knee?")

Na Turquia esmagadoramente muçulmana, Barack Hussein Obama, como ele foi apresentado (agora que a eleição terminou, não há problema em usar seu nome do meio), declarou o conceito de que "os EUA como nação cristã" é um mito.

Obama disse: "Embora, conforme mencionei, tenhamos uma população cristã muito grande (sim, por volta de 75 a 80%), não nos consideramos uma nação cristã ou uma nação judaica ou uma nação muçulmana".

Será? Mas o Pacto do Mayflower não proclamou a intenção dos Peregrinos [os fundadores evangélicos dos EUA] de estabelecer uma colônia para "o avanço da fé muçulmana"? E quanto ao lema "Em Alá Confiamos" em nossas moedas e notas de dólar, sem mencionar o que veio a ser chamado de hino nacional americano, "Alá Abençoe a América"?

Falando sério, se ao declarar que os EUA não são uma nação cristã Obama está se referindo a uma minoria como a diretoria esquerdista do jornal The New York Times, ele acertou em cheio.

Por outro lado, se ele quer dizer a nação em geral, ele azarou.

Em 3 de abril uma pesquisa de opinião pública da revista Newsweek mostrou que 62% dos americanos consideram os EUA como "uma nação cristã". Mas para aqueles que são como Obama, a emoção predominante dos EUA não é decidida pela maioria, mas pela elite cultural — os indivíduos que receberam o privilégio de moldar a consciência nacional pelo resto de nós.

Devido à ignorância ou cegueira deliberada, por toda a história americana, a maioria dos americanos, inclusive seus líderes, não entendiam que os EUA são uma república secular — uma nação sob Rousseau, Darwin e o Manifesto Humanista (I e II).

Patrick Henry comentou: "Nunca é demais frisar o fato de que esta grande nação foi fundada não pelas religiões, mas por cristãos; não na base de religiões, mas na base do Evangelho de Jesus Cristo".

A Constituição americana é datada "no ano de nosso Senhor, 1787," em referência não a Alá, Krishna ou Buda, mas a Jesus Cristo. O juiz da Suprema Corte Joseph Story, em sua obra sobre a Constituição publicada em 1833, observou que os fundadores dos Estados Unidos acreditavam "que o Cristianismo tem de receber incentivo do Estado".

No caso de 1931 de U.S. v Macintosh (decidido antes de o judiciário federal começar a desconstruir a Primeira Emenda), a Suprema Corte declarou: "Somos um povo cristão".

Todos os presidentes dos Estados Unidos, inclusive B. Hussein Obama, fizeram juramento com a mão em cima da Bíblia para defender a Constituição. Em todos os casos, exceto um, era a Versão do Rei James.

Falando dos antecessores de Obama — nitidamente "menos inteligentes" e "laicos" do que o "Supremo Messias" e provavelmente lacaios da direita religiosa — a opinião deles é unânime:

O Presidente George Washington disse: "É impossível governar acertadamente sem Deus e sem a Bíblia". Por Bíblia, o fundador dos EUA não estava se referindo ao Corão ou ao Bhagavad Gita.

O Presidente John Adams disse: "Os princípios gerais sobre os quais os fundadores [dos EUA] obtiveram a independência [dos EUA] foram… os princípios gerais do Cristianismo".

O Presidente John Quincy Adams disse: "A maior glória da Revolução Americana foi esta: Uniu num vínculo indissolúvel os princípios do governo civil aos princípios do Cristianismo".

O Presidente Andrew Jackson disse: "A Bíblia é a rocha sobre a qual está firmada nossa República" — de novo, em referência à Bíblia cristã, não ao Lotus Sutra.

O Presidente Abraham Lincoln disse: "Inteligência, patriotismo, Cristianismo e uma confiança firme nAquele que nunca abandonou esta terra agraciada são ainda suficientes para resolver, da melhor forma, todas as nossas dificuldades atuais". As "dificuldades atuais", que Lincoln cria que o Cristianismo resolveria favoravelmente, era uma guerra civil na qual mais de 600.000 morreram.

Antes do esquerdista McGovern tomar o Partido Democrático (agora sob a direção de George Soros), os presidentes do próprio partido de Obama também cantavam no coro dos EUA como nação cristã.

O Presidente Woodrow Wilson disse: "Os Estados Unidos nasceram como uma nação cristã. Os EUA nasceram para exemplificar a devoção dos elementos da justiça que têm origem na revelação das Sagradas Escrituras".

O Presidente Franklin D. Roosevelt, falando da 2ª Guerra Mundial, disse: "Hoje, o mundo inteiro está dividido, dividido entre a escravidão humana e a liberdade humana — entre a brutalidade pagã e o ideal cristão".

O Presidente Harry S. Truman, escrevendo ao Papa Pio XII, disse: "Esta é uma nação cristã… Não é a toa que os valorosos pioneiros que partiram da Europa para estabelecer colônias aqui, no comecinho da sua aventura colonial, declararam sua fé na religião cristã e fizeram amplos preparativos para sua prática e apoio".

O Presidente John F. Kennedy, no meio da Guerra Fria, disse: "Contudo, a mesma convicção revolucionária pela qual lutaram nossos ancestrais é ainda relevante ao redor do mundo, a convicção de que os direitos humanos não se originam do Estado, mas das mãos de Deus".

O Presidente Thomas Jefferson disse algo incrivelmente parecido: "Será que as liberdades de uma nação podem estar garantidas quando removemos sua única base firme, uma convicção na mente das pessoas de que essas liberdades são presente de Deus?"

Entretanto, o "Supremo Messias" consegue alegremente proclamar que os EUA não são mais uma nação cristã.

Num discurso de 2007, Obama confirmou essa opinião: "O que quer que tenhamos uma vez sido no passado, não somos mais uma nação cristã".

Com isso o presidente aceitou a possibilidade de que os EUA foram uma nação cristã no passado, mas não são mais. Contudo, quando foi que o predomínio do Cristianismo na vida dos americanos terminou — com a decisão da Suprema Corte de abolir as orações nas escolas em 1962, com sua decisão Roe v. Wade de 1973 de legalizar o aborto ou com Bill Clinton deixando manchas de sêmen no vestido de uma estudante estagiária, em 1995?

Embora insistisse que "nós" não consideramos os EUA uma nação cristã, Obama apelou para o sentimentalismo quando chegou o momento de tocar no assunto da "religião da paz". "Queremos transmitir nosso apreço profundo para com a religião islâmica, que fez muito durante tantos séculos para moldar o mundo para melhor, inclusive o meu próprio país".

Além de confusa, a declaração de Obama foi convenientemente vaga.

Moldar o mundo para melhor? De que jeito? Propagando pela espada seu credo? Estabelecendo o conceito de dhimmitude — de que os descrentes são obrigados a se converter para o islamismo ou se submeter ao governo islâmico? Transformando mulheres em propriedade? Subjugando os Bálcãs, a Grécia, a maior parte da Espanha e parte da Europa Oriental por centenas de anos? Destruindo Constantinopla e Bizâncio, o Império Romano Oriental, apagando as glórias de um milênio? Promovendo o fanatismo sanguinário do xiitismo e do wahabismo e monopolizando o terrorismo internacional desde pelo menos a década de 1970?

O islamismo moldou os EUA para melhor? Pelo menos Obama não disse que "teve um impacto profundo" — como um avião de passageiros colidindo com um edifício elevado.

É difícil imaginar uma religião que tenha feito menos para moldar os EUA do que o islamismo, inclusive o zoroastrismo e a cientologia. Muitos dos princípios nos quais os EUA foram fundados, ou vieram a representar — tolerância religiosa, democracia, liberdade e igualdade — são detestáveis para o islamismo tradicional.

Numa pesquisa de opinião pública do Washington Post/U.S. News (26-29 de março), embora a maioria aprove os esforços de Obama para alcançar o mundo muçulmano, 48% confessaram ter uma opinião desfavorável do islamismo, a percentagem mais elevada desde os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.

Na mesma pesquisa, 55% disseram que lhes faltava uma compreensão básica da religião da paz.

Conhecimento produzirá desprezo. À medida que a população muçulmana nos Estados Unidos (agora estimada em 1 milhão) cresce, os americanos cada vez mais encontrarão a rica herança religiosa e cultural que os seguidores de Maomé estão trazendo para os EUA — como os assassinatos de honra.

No ano passado, no subúrbio de Jonesboro, um imigrante paquistanês estrangulou sua filha de 25 anos com uma corda bungee, por tentar escapar de um casamento arranjado.

Em pleno Dia de Ano Novo, 2008, os corpos crivados de bala de Sarah e Amina Said (idades 17 e 19) foram encontrados num táxi abandonado. O pai delas, o imigrante egípcio Yaser AbdelSaid, foi preso pelos assassinatos. Said havia ameaçado matar suas filhas por terem namorados. Ele achava que elas agora eram moças imorais!

Muzzammil Hassan, da região de Buffalo, era o próprio modelo de um muçulmano moderno e moderado. Em 2004, Hassan fundou a TV Bridges [Pontes] para neutralizar as imagens negativas do islamismo e exibir as muitas estórias de "tolerância, progresso, diversidade, serviço e excelência muçulmana". Pare, você está me matando! — um infeliz golpe de linguagem quando se debate o islamismo.

Hassan era um motivo de orgulho tão grande para sua religião que, em 27 de abril, ele recebeu o primeiro prêmio por excelência em seus esforços para apresentar ao público um islamismo diferente aos olhos do público. Ele recebeu o prêmio da filial em Pensilvânia do Conselho de Relações Islamo-americanas, onde alguns dos líderes têm ligação com o terrorismo. Presentes no evento estavam o governador Ed Rendell e o deputado federal Joseph Stestak, ambos do Partido Democrático. Stestak foi o palestrante.

Em 12 de fevereiro de 2009, o grande exemplo do Islamismo moderado foi preso e acusado de decapitar a esposa, que havia afirmado que ele cometia abusos físicos e emocionais, e estava no processo de se divorciar dele. O lema da TV Pontes é: "Conectando pessoas por meio da compreensão" — o irônico é que no caso de Aasiya Hassan, a cabeça dela não está mais conectada ao corpo dela.

De acordo com o Projeto de Comunicação e Educação sobre a Mutilação Genital Feminina — a prática de cortar o clitóris e os lábios menores das mulheres em algumas sociedades muçulmanas a fim de mantê-las submissas tornando impossível que elas experimentem prazer sexual — chegou aos EUA.

Em novembro de 2006, Khalid Adem, um etíope vivendo em Atlanta, foi sentenciado a 10 anos de prisão por decepar o clitóris de sua filha de dois anos.

Num vídeo postado no YouTube — filmado secretamente numa mesquita em Nashville, Tennessee — uma menina de 7 anos diz, chorando, como as meninas são surradas durante as aulas de xariá. A menina também fala de seu "marido". Os grandes meios de comunicação se importam com alegações de abuso físico e sexual somente quando o assunto envolve a Igreja Católica.

A pedofilia e o abuso de crianças não são apenas estranhos costumes praticados em casas de oração muçulmanas.

Das mais que 2.300 mesquitas e escolas islâmicas nos Estados Unidos, mais de 80% foram construídas com dinheiro da Arábia Saudita nos últimos 20 anos. Foi esse mesmo dinheiro que financiou os terroristas que fizeram o ataque de 11 de setembro de 2001.

O Centro de Políticas de Segurança enviou agentes secretos que falam árabe para mais de 100 dessas instituições, descobrindo que de cada 4, 3 estavam infectadas com extremismo e pregações de ódio contra os EUA, os judeus e os cristãos.

É desse jeito que o islamismo está moldando os EUA para melhor.

Se não somos uma nação cristã, então o que é que somos? Obama disse aos turcos: "Consideramo-nos como uma nação de cidadãos que estão ligados por ideais e por um conjunto de valores".

Valores não são fluídos. Eles têm de ter um ponto de origem.

Por toda a nossa história, a maioria dos americanos nunca duvidou das origens de nossas características éticas: o monte Sinai, Jerusalém, os Dez Mandamentos, o Sermão da Montanha, a Torá, o Novo Testamento — conhecidos coletivamente como nossa herança judaico-cristã.

Para a esquerda secular, que agora ocupa a Casa Branca, a herança dos EUA não está na Bíblia, nem na Declaração de Independência e nem na Constituição (em seu sentido original), mas no humanismo secular, no coletivismo e no multiculturalismo — valores baseados não em padrões eternos, mas em normas culturais predominantes, conforme determina a elite política, midiática e acadêmica.

Obama não quer que nos consideremos uma nação cristã porque a ética judaico-cristã está em conflito com a cosmovisão dele.

Seja o que for que Joel Osteen e Rick Warren nos digam (o Pr. Ken Hutcherson os chama de evangelistas covardes), Obama não é cristão — a menos que você considere os sermões loucos e cheios de ódio do ex-pastor dele, na igreja que ele freqüentou por 19 anos, como Cristianismo.

Os EUA como nação cristã não aceitam uniões civis ou casamento de mesmo sexo — e não consideram todos os atos sexuais como equiparáveis. Mas os EUA de Obama aceitam tudo isso.

Os EUA, com suas raízes judaico-cristãs, crêem na defesa da vida humana inocente — inclusive dos mais indefesos: os bebês em gestação. Os EUA de Obama não crêem nisso. Testemunhe a reputação que ele está adquirindo como o presidente mais pró-aborto da história dos EUA, e os votos dele contra projetos de lei contra o infanticídio quando ele era membro do Senado de Illinois.

Os EUA como nação cristã crêem em governo limitado, não aceitando a idéia falsa de que o governo é Deus. Os EUA de Obama crêem que não há nada que o Estado não possa fazer, nenhum poder que o Estado não deveria ter e nenhuma limitação nos poderes do Estado para taxar, gastar e controlar.

Os EUA como nação cristã compreendem a ordem bíblica de apoiar Israel.

Os EUA de Obama vêem os palestinos (que são antissemitas, antiamericanos, sanguinários, exaltadores da guerra santa) como o equivalente moral dos israelenses (democráticos, pró-americanos, governados pelo Estado de direito). A fantasia de Obama de Israel e Palestina vivendo juntos "lado a lado em paz e segurança" é ilusão ou eufemismo para um acordo temporário que levará à extinção do Estado judeu.

Como a proverbial casa dividida de Lincoln, esses dois EUA não poderão coexistir para sempre. Durante sua presidência, Obama tem a intenção de enterrar os EUA como nação cristã, com um chefe de mesquita presidindo na cerimônia religiosa fúnebre.

Mal posso esperar a próxima viagem cheia de magia e mistério do presidente Obama. Como o Dep. Joe Cannon disse de um colega: "Toda vez que abre a boca, esse homem subtrai da soma total do conhecimento humano".

Traduzido e adaptado por Julio Severo

Fonte: Don Feder / Julio Severo

Esclarecimento: Suposta doação, Stella Daniel

Esclarecimento:

Essa pessoa que diz ser uma deputada Stella Daniel  oferecendo uma suposta doação.
conseguiram entrar em nossos sistema e colocar uma matéria sem autorização do Ministério Gênesis. enviaram email para os nosso colaboradores e leitores sem o nosso consentimento.

desde já pedimos desculpas pelos transtornos e já tomamos medidas de segurança para não ocorrer essa falha. 

Pb.Luís Martins
Ministério Gênesis
jornalgenesis@gmail.com
55 62 84626024

sábado, 23 de maio de 2009

Protesto por desrespeito ao Alcorão gera quebra-quebra na Grécia

Manifestantes muçulmanos e policiais entraram em confronto em frente ao Parlamento grego, em Atenas, nesta sexta-feira. Os manifestantes atacaram os policiais com paus e pedras, e a polícia reagiu com bombas de gás lacrimogêneo e efeito moral. Lojas e veículos foram alvo de vandalismo. Cerca de 30 civis ficaram feridos e 15 foram presos.

O tumulto começou com um protesto convocado pela União Muçulmana da Grécia por causa da destruição de um exemplar do Alcorão pertencente a um imigrante durante revista policial. Fotos do Alcorão rasgado foram divulgadas pela polícia, que abriu sindicância sobre o caso e ainda não sabe informar as circunstâncias em que o incidente aconteceu.

O grupo de manifestantes andou por Atenas gritando "Alá é grande" e carregando cartazes com os dizeres "tirem as mãos dos imigrantes".

De acordo com a polícia, durante a passeata, os manifestantes começaram a atirar objetos nos policiais, que responderam com bombas de gás lacrimogêneo. Os manifestantes, então, arrancaram pisos, destruíram fachadas de lojas e depredaram carros, deixando alguns no meio da rua. Pontos de ônibus e semáforos também foram destruídos.

Não foi o primeiro protesto organizado por conta da suposta destruição de um Alcorão.

Na quinta-feira (21), cerca de mil imigrantes –a maioria da Síria, Paquistão e Afeganistão- realizaram uma passeata até uma praça central, onde também destruíram lojas e veículos. Mais tarde, naquele mesmo dia, um afegão foi preso suspeito de planejar um ataque a uma delegacia de Atenas com uma bomba –o homem acabou ateando fogo ao próprio corpo.

Segundo a União Muçulmana da Grécia, o policial não-identificado que teria destruído um Alcorão será processado. "A polícia disse que precisa de mais tempo para uma sindicância, então nós movemos um processo", disse o presidente da organização, Naim Elghandour, à agência de notícias Reuters.

"Queremos que o policial ou os policiais envolvidos sejam processados, e que o governo peça desculpas", disse o sírio Manala Mohammed à agência Associated Press. "Queremos que as pessoas demonstrem respeito por nós."

Fonte: Folha Online

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Premiê israelense diz que Jerusalém "sempre foi e será" de Israel

em 22/05/2009 09:32:35 (34 leituras)

"Jerusalém sempre foi e será dos judeus, motivo pelo qual nunca será partida ou dividida de novo. Só com uma Jerusalém unida será possível manter a liberdade de culto para as três [grandes] religiões" monoteístas --o judaísmo, o islamismo e o cristianismo--, disse o premiê de Israel, Binyamin Netanyahu.

O premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, afirmou nesta quinta-feira que "Jerusalém sempre foi e será" dos judeus, motivo pelo qual "nunca será partida ou dividida de novo". A cidade, que tem grande valor para palestinos e israelenses, é um dos principais impasses nas negociações por um acordo de paz. 

"Jerusalém unida é a capital de Israel", disse o premiê, ao discursar num ato em comemoração à "reunificação" da cidade após a tomada da parte oriental na Guerra dos Seis Dias, em 1967. 

No início de seu discurso, Netanyahu, líder do partido Likud (direita), disse que transmitiu essa mensagem aos Estados Unidos, onde se reuniu com o presidente Barack Obama e a secretária de Estado americana, Hillary Clinton. 

A reunião nos EUA acabou sem grandes acordos, já que Netanyahu rejeita os avanços propostos por Obama nas conversas de paz com os palestinos e quer uma postura mais rígida dos EUA em relação ao Irã. 

"Só com uma Jerusalém unida será possível manter a liberdade de culto para as três [grandes] religiões" monoteístas --o judaísmo, o islamismo e o cristianismo--, disse o premiê na Colina da Munição, um dos lugares mais simbólicos da disputa travada há 42 anos. 

O chefe de governo israelense afirmou ainda que "nunca houve tanta liberdade de culto em Jerusalém como agora". 

Segundo Netanyahu, em 1967, "um sonho de longa data" foi realizado com a vitória das tropas israelenses sobre a Jordânia no lado oriental de Jerusalém, onde os palestinos querem estabelecer a capital de seu futuro Estado. 

Mais tarde, em 1981, Israel anexou para si a parte leste da cidade, por meio de uma lei parlamentar que declarou toda Jerusalém "capital eterna e indivisível do povo e do Estado judaico" --o que foi rejeitado pela comunidade internacional. 

O ato, do qual participaram os principais líderes políticos e militares de Israel, deu início às comemorações do Dia de Jerusalém. 

De manhã, sob o lema "Acordem da fantasia: Jerusalém está unificada?", centenas de ativistas israelenses e palestinos se reuniram em frente ao histórico Portão de Damasco da Cidade Antiga de Jerusalém em protesto contra as comemorações dos judeus. 

Fonte: Folha Online

terça-feira, 19 de maio de 2009

Multidão é impactada pelo poder de Deus durante o show de gravação do DVD “Faz Um Milagre em Mim”


As cerca de 8 mil pessoas que participaram do show de gravação do DVD "Faz Um Milagre em Mim", do cantor Regis Danese, foram impactadas pelo poder de Deus durante os momentos de louvor e adoração que marcaram a noite da última terça-feira, dia 12/5.

O evento, realizado na casa de espetáculos Via Show, na Baixada Fluminense (RJ), contou com a participação especial de Irmão Lázaro, André Valadão e Davi Sacer, além da esposa de Regis, Kelly Danese, e do filho Bruno Danese.

Em meio a um espetáculo de luzes e cores, o mineiro Regis abriu o show com a música inédita "Quero Adorar". Intercalando sucessos já consagrados, como "Eu Quero Te Agradecer", "Aliança" e "Faz Um Milagre em Mim", o cantor presenteou o público com um pout pourri de verdadeiros clássicos da música gospel. Ao total, foram 18 músicas, sendo seis apresentadas em primeira mão.

Participações Especiais

Ao relembrar a canção "O Meu Deus é Forte", faixa-título do CD que marcou a estreia de Regis na música gospel, o cantor contou com a participação especial de André Valadão, que acompanhou o início de seu ministério. "Há alguns anos, o Regis passou em minha igreja, oramos por ele e meu pai, Pr. Márcio Valadão, abençoou a vida dele. É muito bom estar aqui hoje, principalmente porque estamos vendo a obra que Deus tem feito em sua vida. O Senhor tem verdadeiramente exaltado o Regis, pela simplicidade e pelo coração puro que ele tem", disse André.

Em "Compromisso", título do álbum que rendeu a Regis Danese Disco de Diamante em menos de quatro meses, o mineiro dividiu o palco com Davi Sacer. "É com muita satisfação e alegria que estou aqui hoje. E isso não é apenas pelo sucesso que o Regis tem feito, mas sim pelo fato de ele ser meu amigo. A verdade é que me sinto muito honrado por Deus por ter amigos como ele", declarou Davi.

Já na canção "Meu Mestre", foi a vez de Irmão Lázaro marcar presença. O ex-integrante da banda Olodum falou sobre a alegria de cantar ao lado de Regis Danese. "Estou muito feliz por participar desse momento. O Regis foi uma pessoa que teve a ideia e a coragem de unificar todo o trabalho que Deus tem feito em várias regiões do país, por isso me sinto extremamente honrado", destacou Lázaro.

A família de Regis Danese, que foi restaurada após a conversão do cantor, também participou do show. Na canção "Vem Me Consolar", o artista dividiu o palco com a esposa Kelly Danese; e, em "Meu Melhor Amigo", com o filho Bruno Danese. Ao louvar a Deus com a música "Corpo e Família", Regis chamou os demais parentes ao palco e o clima de união e amor tomou conta do local.

Expectativas superadas

Ao final do show, que superou as expectativas de público e de produção, Regis Danese concedeu entrevista coletiva. O cantor falou sobre a concretização de mais um sonho. "Tudo que acontece é no tempo de Deus. Ele sabe de todas as coisas e preparou essa noite para que muitas vidas sejam salvas. Na primeira música, quando comecei a louvar ao Senhor e vi aquela multidão, me lembrei das vezes em que estive em grandes casas de shows cantando pagode e, de repente, Deus me chama para um ministério", disse Regis.

O cantor foi além e declarou não ser digno de todo o sucesso alcançado. "Não me sinto digno dessa benção que Deus tem proporcionado para a minha vida, mas Ele me escolheu, então vou assumir essa posição. Deixa Deus me usar e agir através do louvor, toda honra e toda glória para Ele", finalizou.

A Gerente de Marketing da Line Records, Adriana Dahan, também comemorou o sucesso do evento e agradeceu aos parceiros da gravadora. "Sabemos que nossos parceiros foram fundamentais para que esse show fosse o maior sucesso do ano. Gostaria de agradecer a todas as emissoras que nos apoiaram, dentre elas a Record, Rede Aleluia, Nova AM, Nossa Rádio, Melodia, 93 FM e as rádios da ABRAÇO", declarou Dahan.

Fonte: Assessoria de Imprensa Line Records

Ex-secretário de defesa dos EUA usava passagens bíblicas em relatórios secretos


O ex-secretário de defesa dos Estados Unidos, Donald Rumsfeld, usava regularmente passagens bélicas da Bíblia nas capas dos documentos de inteligência da Casa Branca, diz uma reportagem da revista americana "GQ".

Segundo informações do "Yahoo News", as passagens bíblicas eram colocadas sobre fotos das tropas americanas no Iraque para obter o apoio do então presidente americano, George W. Bush. 

A revista reproduziu em seu site uma página de um relatório de 31 de março de 2003, mostrando uma foto de um tanque cruzando o deserto cerca de 10 dias depois que os Estados Unidos invadiram o Iraque. Sobre a imagem, lia-se um versículo bíblico do livro Efésios, que diz: "Tomai, por tanto, a armadura de Deus, para que possais resistir nos dias maus e manter-vos inabaláveis no cumprimento do vosso dever".

O autor da reportagem, Robert Draper, afirma que o uso das passagens bíblicas era feito por um diretor do Pentágono, mas acusa Rumsfeld de responsabilidade pela prática, segundo o "Yahoo News". 

"Pelo menos um analista muçulmano dentro do prédio (do Pentágono) ficou muito ofendido" com a prática, diz o texto de Draper. "Outros se preocupavam que se essas capas vazassem durante uma guerra em uma nação islâmica", a polêmica gerada seria "tão ruim quanto Abu Ghraib", diz outro trecho do texto publicado pela "GQ", informou o Yahoo News.

Fonte: UOL