sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Jesus sai das camisetas, mas não do coração



A Federação Internacional de Futebol (FIFA) pode tirar o nome de Jesus das camisas brancas que jogadores vestem debaixo das camisetas de seus clubes, “mas não pode tirá-lo do coração”, disse o presidente de Atletas de Cristo brasileira, Jorge Amorim Campos (Jorginho).
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Por respeito a outras religiões, a FIFA e a Federação Alemã de Futebol proibiram qualquer tipo de mensagem religiosa durante partidas de futebol da Bundesliga. “O que para uns é valioso e sagrado, para outros é uma provocação”, justificou o chefe de imprensa da FIFA, Andreas Herren, segundo notícia do sítio Periodista Digital. Em entrevista por e-mail à ALC, Jorginho afirmou, contudo, que a FIFA é a entidade maior do esporte e precisa ser respeitada e obedecida. O atleta, acrescentou, pode dar um bom testemunho tendo uma vida de santidade. No campeonato alemão, o atacando brasileiro Cacau dedicava ao céu os gols que fazia pelo campeão da Bundesliga, o Stuttgart. Ele usava camisa branca debaixo da camiseta oficial do clube com mensagens cristãs. No entanto, ele poderá continuar buscando forças dentro do campo e agradecer os gols que faz olhando para o céu. Para a FIFA, a religião é questão pessoal, embora não possa ser completamente abolida do esporte profissional. Na sua nova sede em Zurique, a Federação Internacional instalou uma sala de orações, para demonstrar respeito a crentes de todas as religiões.Já no seu código de código de ética e regras de conduta, a FIFA destaca, no artigo 6, que jogadores não deverão adotar, de forma alguma, comportamento discriminatório, particularmente em questões éticas, raciais, culturais, políticas, religiosas ou em relação ao sexo ou ao idioma de uma pessoa.

Fonte: ALC / ADIBERJ


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Jovens esquecem casa e dormem em lan house



Jovens esquecem casa e dormem em lan house

Em São Paulo
Domingo, 6h30, do lado de fora, os passarinhos cantam para os primeiros raios de sol. Lá dentro o que canta é a porrada. "Mete a faca no truta", "Fala agora, arrombado", "Dá um tiro no meio da idéia dele", são os gritos saídos da escuridão da lan house Immersion. São os amigos Cromadinho, Tripa, Tucano e Edinho, que entraram madrugada a dentro se desafiando no Counter Strike, game de polícia versus terroristas.
LAN, DOCE LAN

Após 18 horas seguidas no local, Carlos André dorme no amanhecer de domingo

Em outra lan, jovem cochila em sofá por três horas após pagar R$ 1 por uma hora

Melhor cliente, o recordista de horas Luis Fernando posa ao lado de sócia de loja

Grupo deixa lan de manhã para pegar ônibus rumo ao bairro de Campo Limpo
O fenômeno lan house (lan é sigla para local área network) começou em 1996 na Coréia do Sul, onde existem atualmente 22 mil lojas - mais até do que nos EUA. No Brasil, elas chegaram em 1998 e hoje são quase quatro mil, sendo que em São Paulo são mais de 700. Elas se espalharam tanto que lojas em pequenas cidades foram usadas como base para golpes de hackers - outro problema delicado envolvendo o setor, fora a relação com os menores de idade.


Na cidade-dormitório de Taboão da Serra (Grande São Paulo), eles se negam a descansar. Quando muito, cochilam nos sofás do local e pescam diante dos computadores. Como Carlos André, o Ceará, que sonha com a mão no mouse às 7h15. Com o amigo Bruno Gabriel, está desde o meio-dia do sábado no mundo virtual e já pagou para ficar até o mesmo horário de domingo. Bruno tem 17 anos, já repetiu de ano três vezes, sonha em ser advogado, trabalha na lanchonete da mãe no Jardim Dracena e, com o que ganha, paga as horas na lan e os salgadinhos, chocolates e refrigerantes que garantem a sobrevivência longe do lar."Já cheguei a ficar quatro dias seguidos sem voltar para casa. Para dormir, colocava os pés em cima da mesa, descansava duas horas e seguia jogando", conta, para depois descrever a reação de sua mãe-patroa com a ausência. "Ela falou uma penca de coisas, mas na semana seguinte eu estava de volta na lan." Mas o recorde, certificado pelo proprietário do estabelecimento Nobuki Yamazaki, é de Luis Fernando Lopes, 22. Nas férias (ele trabalha como técnico em eletrônica em uma lan vizinha, mas que não opera 24 horas), ele ficou de uma manhã de segunda até sábado de manhã sem voltar para casa. "Não conheço ninguém no litoral, nem fora de São Paulo. Então, minha praia é aqui", confessa. Sua rotina nesses dias só incluía de diferente uma escapada para a academia vizinha, duas horas de manhã e mais duas à tarde. Uma muda de roupa para o exercício, outra para o mundo virtual. Dormir só diante do computador. Comida só x-salada e pastel do boteco vizinho. "Sinto larica por jogar. Meus pais sabem disso, mas eles até gostam que eu venha aqui porque assim não dou trabalho em casa."Os casos de morte na Coréia do Sul e na China de maratonistas virtuais não o abalam. Nem o caso do garoto brasileiro que espancou a mãe que o interrompeu seu jogo quando estava trancado em seu quarto. "Isso acontece com quem é fraco da cabeça. Ninguém mexe com meu cérebro", argumenta em sua lógica própria. Também não estranha a notícia que no Japão as lans viraram opção de hospedagem barata - de certa forma, se repete o fenômeno por aqui.Ele aperta os botões "alt" e "tab" e lá está ele no orkut. Outro toque, e é a vez do msn. Assim se relaciona com o mundo. "Esse gordo é nóia. Se soubesse que ele não voltava para casa, trazia marmita e toalha para ele", brinca o amigo Yukiassu Sakamoto, 19.Os nomes dos estabelecimentos já dão indício do que se passa com seus freqüentadores: Immersion, Extreme e Hipnotic. As madrugadas custam em média R$ 5 (a sessão é chamada de Corujão), com diversão garantida por oito ou mais horas. Para ficar até o meio-dia, é acrescentar mais R$ 2.Duas delas ficam do lado da delegacia do município, o que cria um campo de força contra um eventual assalto. Um pouco mais distante, a Hipnotic fecha a porta. Dentro, o funcionário escuta "Fear of the Dark", clássico metaleiro do Iron Maiden. O medo, porém, é da luz da manhã. É uma noite eterna, a única luz vinda dos monitores. Qualquer lâmpada acessa atrapalha a nitidez da tela.
AMORES VIRTUAIS

Rafael joga em lan com a namorada, Suellen, postada em seu colo por horas
Amores que começam pelo orkut por vezes não se livram de seu lado virtual. O programa de fim-de-semana dos namorados Rafael Assakura e Suellen Policarp, por exemplo, é se enfurnar em uma lan house e se postar por horas passando por games, fases e pontos ao lado de um grupo de amigos."Ela é tão viciada como eu. Se não, não conseguiria. Ponho no colo e jogo horas", conta Rafael, 20. O programa pode incluir um jantar pouco romântico, encomendando um "prato feito" no restaurante ao lado. Os dois não estão sozinhos no costume: casais estão entre as minorias representadas na lan, cuja população hegemonicamente masculina e adolescente.
Na Extreme, as janelas são pintadas de preto. Uma fresta mostra um pátio de lava-rápido. Ao longe, os cânticos de uma igreja evangélica vizinha. Mas, no lugar do subúrbio e dos crentes, os adolescentes estão em campos medievais na companhia de elfos, mortos-vivos e gigantes do game Warcraft. Um rapaz dorme desde as 4h da manhã. Comprou uma hora por R$ 1 e dormiu as horas restantes - bem mais barato que uma pensão. O sono pesado resistia aos berros dos outros clientes ("Pedala, gótico" e "Cola aí, mano" são os menos ofensivos).Sócia de uma lan, Ivani Yamazaki conta que já albergou cinco meninos dormindo em um sofá de três lugares. Outra vez, recebeu um menino de rua, lavou suas mãos, deu um pacote de salgadinho e deixou ele dormir por lá. Horas depois a mãe e a polícia buscavam o menino que há 15 dias estava fora de casa.A regra é que menor de 12 anos não pode usar o serviço, e os corujões só podem ser freqüentados por adolescentes com autorização dos pais. Os meninos têm de informar o horário em que estudam, e estão bloqueados durante essas horas.As brigas são raras. "Tem cara que chega aqui todo bonzão, todo pá. Esses arrumam treta", diz Luis Fernando. Os palavrões, provocações e empurra-empurra são uma constante. Os funcionários se confundem com os clientes, afinal, estão jogando e xingando também - muitos freqüentadores acabam virando empregados, afinal, trabalho e diversão viram a mesma coisa. Os jogadores, na verdade, são trainees para os futuros expedientes diante dos computadores. Para os que não seguem até o meio-dia dominical, a jornada acaba às 8h da manhã. Na rua, um rastro de copos plásticos e guimbas de cigarros da noitada no mundo em volta, que teve carros derrapando, escapamento de motos estourando, paquera na sorveteria e pileques nos bares vizinhos.Eles não viram nada disso. Carregando o resto do refrigerante quente e sem gás, um grupo vai pegar o ônibus para o Campo Limpo, chegar em casa, se enfiar na cama para acordar na segunda-feira, quando o fim-de-semana vai ser só uma lembrança.

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segunda-feira, 17 de setembro de 2007

VITÓRIA DE PIRRO

VITÓRIA DE PIRRO


Públio José – jornalista
(publiojose@digizap.com.br)

Muitos conhecem o significado da expressão “vitória de Pirro”. É aquela que, de tão sacrificada, de tão desgastada, de tão violentamente conquistada, praticamente não valeu a pena alcançar. A história registra a vitória de um rei que indo ao campo de batalha, para vislumbrar o cenário da derrota do inimigo, lá encontrou seu exército também tão destroçado, que lamentou amargamente o resultado do confronto. Daí o termo. Essa digressão vem a calhar agora, momento em que a vitória do senador Renan Calheiros, no âmbito do Senado Federal, ocasionou um prejuízo moral tão grande à sua pessoa que ele não tem como se alegrar. Pelo que se viu na cobertura jornalística das televisões, o seu semblante, e de todos os que votaram a seu favor, demonstrava um constrangimento tão grande, que a absolvição não permitiu nenhum instante de comemoração. Valeu a pena o alcance de tal vitória?
Além do mais, nessa conjuntura de constrangimento geral que vive a nação brasileira, outra pergunta também merece ser feita: qual o futuro do político Renan Calheiros? Moralmente arrasado, eticamente destroçado, após passar para o Brasil inteiro a imagem de alguém capaz de servir-se dos mais espúrios instrumentos para defender seus interesses, Renan hoje é como se fosse uma laranja chupada, cujos restos só servem para habitar a lata do lixo. E o que mais revolta no seu comportamento é a insensibilidade que demonstra pelo destino das instituições, em especial o do Senado Federal, palco, no último dia 12 de setembro, do mais escabroso episódio da vida pública brasileira. Mas ele não ficou só nisso. A nota por ele publicada, na noite em que foi absolvido, é uma cusparada a mais no rosto do povo brasileiro, aliás, já envergonhado o suficiente pela simples existência do processo.
Por outro lado, falta a Renan Calheiros, e a seus seguidores, uma retórica, um discurso, um argumento que passe a idéia de algum preparo intelectual para sustentar a contenda. Não, nem isso existe. As colocações, os argumentos são tão pobres e tão desprovidos de qualquer conteúdo convincente, que nos dão uma sensação de que ele e seus aliados não se cansam de escarrar na nossa cara loas e mais loas sem sentido. O intuito? Ganhar tempo para virar o jogo. Com isso, seus argumentos vão ficando cada vez mais inconsistentes, levando-o a se aparentar, quanto mais o tempo passa, com Rolando Lero – aquele inesquecível personagem dos humorísticos da tv. Só que Rolando Lero era inofensivo. Já Renan... Vejamos, em sã consciência, que peso lógico tem a afirmação contida em sua nota, e nas declarações dadas à Imprensa pelos seus aliados, de que a sua vitória “representou uma vitória da democracia”.
Da democracia? Ora, ora, ora, cara pálida! É pra rir ou pra chorar? Pelas barbas do profeta!!! O que tem a democracia com esse lamaçal todo? Que fio condutor conecta as mutretas de Renan ao regime democrático? Ao contrário, o que o senador deixa bem patente é que, com o poder na mão, sua natureza coronelística e ditatorial não tem limites. Renan, hoje, é visto como um homem capaz de tudo para alcançar seus objetivos – doa em quem doer. O consolo que resta é que ele tem mais três broncas grandes para resolver. E aí, sinceramente, não vejo como terá fôlego para enfrentar estes próximos embates. Ao final destas linhas, um esclarecimento: escrevo este artigo em respeito a um pedido de meu filho mais novo, Pablo Augusto, e de seus colegas de faculdade, revoltados com a absolvição do senador. Portanto, da nova geração, uma bem-vinda demonstração de brasilidade. Renovemos as esperanças.

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quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Visão Celular

Visão Celular
Elnet
Uma das características de grande parte da Igreja Evangélica Brasileira é a sua avidez por novidades. Vários segmentos evangélicos não se contentam mais com a antiga doutrina pregada pelos apóstolos e pais da Igreja — mais tarde defendida pelos Reformadores — e vivem numa busca constante de novidades e modismos doutrinários. Um assunto que ainda gera discussões é a Visão Celular. Hoje, sete anos após o surgimento do G-12 no Brasil como método de crescimento para a igreja, as opiniões sobre o sistema de células pelo modelo dos 12 continuam gerando polêmica. Para alguns pastores, a visão é a solução para a igreja de Cristo; para outros, um movimento herético. Mas, afinal de contas, o que é o Movimento de Igreja em Células no Modelo dos Doze? Qual a sua similaridade com a igreja em células desenvolvido pelo pastor coreano David Yonggi Cho? Por que os parâmetros e métodos do G-12 ainda estão causando tanta polêmica? O Movimento de Igrejas em Células no Modelo dos Doze, mais conhecido por G-12 (Grupo dos 12) ou Visão Celular, foi criado pelo pastor colombiano Cézar Castellanos Dominguez, da Missão Carismática Internacional (MCI), em 1991. Isso ocorreu após sua visita à Igreja Central do Evangelho Pleno, do pastor David Yonggi Cho, a maior do mundo, e que funciona com o sistema de células. De acordo com a visão, a igreja deve ser subdividida em grupos que se reúnem nas casas, onde participam de estudos bíblicos e orações sob a coordenação de um líder. Assim que a célula atinge a meta de 24 membros, é dividida em duas de 12 membros cada, e assim por diante. Dessa forma, o G-12 é tratado como uma estratégia para frutificação rápida e eficaz da igreja, cujo princípio é ganhar, consolidar, discipular e enviar. Em agosto de 1998, o brasileiro Renê Terra Nova, da Igreja Batista da Restauração de Manaus, participou de um encontro em Bogotá, Colômbia, e, inspirado no trabalho do apóstolo Cézar Castellanos, fundou o Ministério Internacional da Restauração (MIR), do qual é presidente. No final de março de 2005, Terra Nova se desligou do G-12, quando rompeu com Castellanos e adotou para si e sua igreja uma nova nomenclatura – Visão Celular (Movimento Celular, M12). No Brasil, outras duas lideranças significativas, o bispo Robson Rodovalho, fundador do Ministério Comunidade Sara Nossa Terra, e a apóstola Valnice Milhomens, da Igreja Nacional do Senhor Jesus Cristo, também abraçaram a visão do G-12. DEUS FACE A FACE A grande polêmica sobre se o modelo é herético ou não está baseada no “Encontrão” e na forma como os participantes são direcionados a atuar, já que existe uma promessa de que os que participarem estarão face a face com Deus. Antes do “Encontro”, entretanto, é necessário que todos passem pelo “Pré-Encontro”, que consiste em quatro palestras preparatórias. Nessa ocasião, é pedido a todos sigilo absoluto quanto a tudo que irão ouvir e ver a partir daquele momento. Existe também o “Pós-Encontro”, que ratifica o aprendizado. “A visão traz renovação”, diz o bispo Rodovalho. Segundo ele, o fato de algumas pessoas a entenderem como heresia é por não a conhecerem a fundo ou mesmo pelos exageros cometidos por algumas igrejas na hora de aplicá-la. “O ‘Encontro’ é uma espécie de retiro onde as pessoas que estão chegando à igreja recebem orientações sobre a visão. Durante dois dias e meio falamos sobre batismo com o Espírito Santo, em cura interior, quebra de maldição e maldição hereditária. São doutrinas que, a gente sabe, estão dentro do nosso dia-a-dia. A visão comporta isso. O Pré-encontro, o Encontro e o Pós-encontro dão legalidade para começarmos a entendê-la”, explica, ressaltando que tudo o que é feito com exagero traz problemas e distorções. Mas, para alguns pastores, os problemas vão além de exageros e distorções. Para eles, o “Encontro” torna-se um equívoco quando as pessoas colocam nele suas esperanças de que verão Deus face a face. É o caso do pastor Luiz Roberto dos Santos, da Igreja Batista de Neves, em São Gonçalo, cidade localizada na região metropolitana do Rio de Janeiro. “Não preciso ir ao encontro para analisar o que é certo ou errado. Se vou a um lugar onde Deus haverá de manifestar-se, isto gera uma visão pagã sobre Ele, gera idolatria e uma falsa teologia. Creio em um Deus que não brinca de esconde-esconde e que não se revela através de segredos esotéricos. Ele se manifesta integralmente e totalmente a cada um de nós. Não marca encontro em algum lugar, mas se revela onde nós estamos”, disse. De acordo com Marcio Argachf, autor de um estudo sobre os enganos do movimento, datado de março de 2005, Castellanos revelou aos seus seguidores que, a partir daquele momento, ia querer receber um determinado valor das igrejas que usassem a marca G-12. “Por isso é comum hoje encontrarmos igrejas que não mais usam o termo G-12, mas continuam aplicando os mesmos ensinamentos, ou melhor, distorções doutrinárias aprendidas enquanto seguiam o colombiano”, explica Márcio em seu texto. Hoje, é natural ouvir falar em M12, Visão Celular, Igreja em Células, que se utilizam dos mesmos ensinamentos originais do G-12.

fonte:Portal ZöeNet

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terça-feira, 11 de setembro de 2007

Clamor pelos perdidos



Clamor pelos perdidos Vida Cristã


Devemos um pedido de desculpas ao mundo. No Planeta Terra, existe cerca de 6 bilhões de habitantes, porém, apenas 1,5 bilhões são evangélicos. Isto é um choque, quando avaliamos a atuação da Igreja há mais de 2 mil anos desde a “vida” de Jesus Cristo. Não mencionamos a “morte” de Cristo porque, por intermédio da sua Palavra, verificamos que o Senhor vive em nós por meio do seu Espírito Santo.O que fizemos durante todo este tempo? O que fizemos no último ano? O que fizemos hoje pelos perdidos? A oração que temos ouvido é: “Venha a nós a tua prosperidade, a tua riqueza, o meu bem-estar, a minha própria vontade”. Contudo, não temos ouvido o clamor pelo Reino de Deus, que é o amor e a justiça. Temos amado a nós mesmos com todo o nosso coração, com toda a nossa alma, com todo o nosso entendimento, porém, não temos amado o nosso irmão. Muitos oram dizendo: “Maranata, ora vem Senhor Jesus”, mas não fazem muito para que isto aconteça. Esta oração soa como preguiçosa, oramos porque estamos cansados de pagar o aluguel, a hipoteca da casa, a conta de luz, o carro e o supermercado.Veja, porém, o que o Senhor Jesus nos diz: “Não peço que os tire do mundo, mas que os guarde do mal.” (João 17.15.) Nenhum cristão está isento da responsabilidade de dar continuidade ao que Cristo fez aqui na terra. Nenhum cristão está fora do IDE que Jesus deixou. Mostre não apenas em palavras, mas dê frutos, se interesse por aquele que está perdido. Almas... almas... almas... “Jesus lhes disse: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens. Então eles, deixando as redes, o seguiram.” (Mc. 1.17-18.)
Fonte: Lagoinha.com - Kelvin e Juliana Leão Silva


quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Simulação do choqueque teria estinguido os Dinossalros da Terra.


Recriação do impacto sobre a Terra do asteróide Baptistina, que teria 170 km de diâmetro quando explodiu, lançando uma chuva de escombros sobre a Terra há 60 milhões de anos, extinguindo os dinossauros

Crucificação de Jesus julgada em Tribunal



A grande questão colocada é se Pôncio Pilatos terá violado os direitos humanos quando ordenou a crucificação de Cristo.
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A crucificação de Jesus Cristo, ocorrida há mais de dois mil anos, vai ser julgada no Quénia. A questão foi levantada por um grupo de cristão que quer esclarecer o quadro legal da morte de Cristo.A grande questão é se Pôncio Pilatos teria violado os direitos humanos quando ordenou a crucificação. Outro ponto em cima da mesa é esclarecer se a condenação foi legal, já que na altura a pena pelo crime de blasfêmia era o apedrejamento e não a crucificação.O caso vai seguir para o Supremo Tribunal. É um caso que se prevê polémico e que já está dividindo opiniões.

Fonte: TVI

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terça-feira, 4 de setembro de 2007

Arqueólogos descobrem colméias da época do rei Salomão em Israel


Terra que mana leite e mel". As escavações estabeleceram que a apicultura era praticada nessa zona em grande escala.
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Uma série de colméias da época do rei Salomão, as primeiras desse período descobertas até agora no Oriente Médio, foram encontradas recentemente no norte do vale do rio Jordão."São as colméias de mel mais antigas conhecidas até agora", declarou o professor Amichai Mazar, do Instituto de Arqueologia da Universidade Hebréia de Jerusalém."Datam dos séculos IX e X antes de Cristo", afirmou o professor, que dirigiu as escavações em Tel Rehov, no setor da cidade de Beit Shean.Essa época corresponde à do rei Salomão e os primeiros reis de Israel.As escavações estabeleceram que a apicultura era praticada nessa zona em grande escala.A equipe de Mazar descobriu cerca de 30 colméias repartidas em três fileiras.Especialistas em apicultura que visitaram o lugar consideraram que a produção das colméias de Tel Rehov era de meia tonelada de mel por ano.No mesmo lugar também foram encontrados objetos de culto como estatuetas de deusas da fertilidade.

Fonte: O Povo Online



Kaká recebe prêmio de melhor da Europa



Esporte : Kaká recebe prêmio de melhor da Europa
Publicado por Redação em 31/08/07


Craque do Milan leva ainda troféus de melhor atacante e de artilheiro da última Liga.
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Kaká foi o grande premiado pela Uefa nesta quinta-feira, em Mônaco. O craque do Milan recebeu os troféus por ter sido eleito o melhor jogador da última temporada na Europa e também o de melhor atacante. Além disso, o brasileiro foi agraciado pelo fato de ter terminado a última Liga dos Campeões como artilheiro (o Milan levou a taça).- Conquistar troféus é o que me motiva e estou ansioso pelos próximos desafios. Esta conquista da Liga dos Campeões, contudo, terá sempre um lugar especial no meu coração, pela honra que foi ter terminado a competição como artilheiro - disse o jogador evangélico ao site da Uefa.Outros dois jogadores do Milan levaram troféus: Maldini, como melhor defensor, e Seedorf, como melhor meia. Petr Cech, do Chelsea, ganhou o prêmio de melhor goleiro.

Fonte: Globo Esporte



segunda-feira, 3 de setembro de 2007

UM PAÍS DE CAUTELOSOS

UM PAÍS DE CAUTELOSOS


Públio José – jornalista
(publiojose@digizap.com.br)

O mundo está assombrado com o nível de cautela que existe no Brasil. Por aqui é tudo muito cauteloso. Para chegar a essa conclusão, basta dar uma checada nos últimos fatos que monopolizam os espaços da mídia. Vejamos o caso de Renan Calheiros, por exemplo. Já há evidências suficientes para o seu julgamento por falta de decoro parlamentar. Mas o julgamento acontece? Nem, nem. Há tempos eu venho observando. E o resultado dessa observação nos leva até a rir. Quando surge uma denúncia ele logo se movimenta para criar um elemento de defesa. Aí, cautelosamente, órgãos e pessoas envolvidos na investigação esquecem tudo que ficou para trás e se voltam à investigação do fato novo. Lógico que as novas providências adotadas para analisar cada nova embromação do senador são tomadas cautelosamente. E assim, cautelosamente, ele vai ganhando tempo e empurrando tudo com a barriga. Eu já perdi a conta das vezes em que a palavra “cautela” foi pronunciada desde que Renan Calheiros recebeu a denúncia da revista Veja. Todos os parlamentares envolvidos, inclusive os da oposição, colocaram, desde o início, a necessidade, a condição de se investigar tudo “com muita cautela”. Enquanto isso, Renan já demonstrou ao país ser o mais rematado cara-de-pau que habitou a cadeira de presidente do Senado – e nada acontece. Todos continuam vendo seu caso com muita cautela. Causa espanto o jeitão sorridente, relaxado, largadão de Renan no Senado, sentado na confortável e luxuosa cadeira presidencial. Causa mais espanto ainda como, cinicamente, ele inventa novos artifícios, novos motivos para postergar, adiar, a jogar para adiante qualquer decisão que ponha em risco o domínio que ele tem sobre a geografia parlamentar brasileira. E faz tudo, é claro, cautelosamente.
E, cautelosamente, ele vai colhendo os frutos de sua estratégia. Por outro lado, e como não poderia deixar de ser, a opinião pública brasileira, também cautelosamente, vai se acostumando a ter um presidente do Senado enrolado até o gogó em falcatruas as mais variadas e craque em inventar histórias as mais cabeludas para permanecer no cargo. A ética, o decoro, o caráter, a moral, o testemunho que se lixem. Tudo para as calendas – menos Renan Calheiros. Claro, lógico, tudo com muita cautela – e sem açodamentos. Por sinal, essa palavra “açodamento” você também ouviu muito ultimamente, não é verdade? É o contrário de cautela. Daí que o sujeito pra ser legal, amigão mesmo, não pode agir açodadamente. Tem de agir com cautela. Maneiro, esperto, atento, malandro. Assim como Renan – entendeu? Ah, meu Brasil, há quantas andas, enrolado que estás com tantos destes?
Essa mania das instituições brasileiras – aí também incluído o seu povo – de atuar nas mais diversas situações com cautela excessiva esconde, na verdade, um caráter hesitante, vacilante do “homo brasiliensis”. Esse fenômeno torna-o incapaz, salvo exceções, de tomar posição diante dos desafios que surgem a cada dia. O negócio, então, é se omitir de problemas e empurrar tudo com a barriga - cautelosamente. Nada de se discutir com realismo, com seriedade temas polêmicos e dolorosos. Tudo vai, cautelosamente, sendo adiado, colocado para mais adiante. Enquanto isso, os espertos vão se dando bem. Hoje, quem tem algum problema na Justiça, é logo orientado a ganhar tempo, tratando a questão, é claro, com cautela. Agora, com o exemplo de Renan, essa postura vai ficar ainda mais evidente, fazendo surgir, quem sabe, até um novo fenômeno: a “renanembromoterapia”. Cautelosamente. Ah, meu Brasil...

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