quarta-feira, 30 de maio de 2007

O (BOM) VINHO DE JESUS

Públio José – jornalista
(publiojose@digizap.com.br)


Um dos momentos mais comentados da vida de Jesus Cristo é o que está descrito no Evangelho de João, capítulo 2, que trata das bodas de Cana da Galiléia. É a célebre transformação da água em vinho. Muito se tem falado a respeito do assunto. O ponto de maior discussão é o que tenta definir se o vinho originado da água tinha álcool ou não. Os que bebem encontram no episódio um argumento a mais para continuar entornando seus copos seja qual for o motivo. Os que não bebem batem firme na tecla de que Jesus jamais produziria uma bebida que alterasse – para pior – o estado de espírito das pessoas. Essa polêmica vara os séculos até os dias atuais. E tudo indica que não se chegará nunca a um consenso, a uma conclusão fechada em torno do assunto. Deixando de lado esse aspecto do caso – embora acreditando que o vinho de Jesus não continha álcool – queremos aqui abordar outro lado da questão.
O versículo 10, do mesmo capítulo 2, nos traz a reação do mestre-sala – também conhecido como mordomo, organizador de festas, e que nos dias atuais seria tratado como promotor de eventos – sobre a qualidade do vinho que Jesus produzira a partir da água. Suas palavras, ditas ao noivo, foram as seguintes: “Todos costumam por primeiro o bom vinho e, quando já beberam fartamente, servem o inferior; tu, porém, guardaste o bom vinho até agora”. A admiração do tal promotor de eventos residia no fato de que houve regularidade na qualidade do vinho servido do início ao fim da festa. É esse ponto que eu quero ressaltar na análise dos acontecimentos que se passaram há mais de dois mil anos atrás. O que vem de Jesus não tem variação, não tem descontinuidade, não tem perda da qualidade – enfim, não tem alteração. Jesus nos contempla com o que de melhor Ele tem para nos dar – do início ao fim da nossa vida.
Com Jesus não tem essa história de gestos de segunda ou de terceira categoria; de ações que se iniciam, mas não se completam. Com Jesus o bom vinho é servido do início ao fim, dando um sabor todo especial ao espetáculo da vida – para os que crêem, é claro. Lamentavelmente muitos se perdem na discussão estéril se o vinho produzido por Jesus continha álcool ou não. Muitos continuam perdendo um tempo precioso por não descortinarem a sabedoria extraordinária de Jesus, gastando tempo em polêmicas improdutivas, deixando de alcançar a posição que Ele almeja para todos nós: o de bons bebedores do seu vinho, de apreciadores do vinho do seu amor. O vinho de Jesus não tem o álcool que o mundo conhece, que embriaga, empobrece, embrutece a alma humana. O vinho de Jesus se manifesta através de sua presença constante em nossas vidas, impregnando nossas almas do aromático buquê da sua alegria.
Ainda segundo o relato bíblico, o noivo estaria em vias de passar por momentos de extrema dificuldade. Em plena festa o vinho acabou. E agora? O que fazer? Supermercados naquele tempo não existiam. Distribuidores de bebidas também não. Muito menos lojas de conveniência. Além do mais, aonde encontrar, àquela altura, vinho em quantidade e qualidade suficiente para servir a tanta gente? A situação era realmente vexaminosa. Tanto naquele tempo, como nos dias atuais, é vergonhosa a situação de alguém que faz uma festa e deixa a bebida se acabar no meio da comemoração. No caso do noivo a situação era bem pior. Afinal, se tratava de um casamento, evento carregado de todo o simbolismo e ritualística da religião judaica. Com certeza o noivo seria encarado pela família da noiva – e pelos convidados – como um relapso, um desastrado, no mínimo um imprevidente.
Certamente haveria conseqüências, escândalo. Para sorte do moço Jesus se fazia presente em sua vida. E seu toque, sua misericórdia, seu inesgotável amor recolocou tudo no lugar. Ao transformar a água – que em nada resolveria a questão naquele momento – em vinho de qualidade, Jesus alterou radicalmente o curso daquelas vidas. Do noivo, da noiva, dos familiares de ambos – e até dos convidados. Transformando maldição em bênção, tristeza em alegria, decepção em realização. Até o mestre-sala ficou satisfeitíssimo. Afinal, sua clientela não teria do que reclamar – muito pelo contrário. Com Jesus é assim. A turbulência pode até vir. E com certeza virá. Mas, através do vinho do seu amor, situações difíceis podem ser modificadas. O que está esperando? Vamos experimentar o vinho de Jesus? Tim, Tim.

AUTENTICIDADE HISTÓRICA DE CRISTO

Desde que é do Novo Testamento que obtemos nosso conhecimento essencial sobre Jesus, é apropriado questionarmos se esta literatura é válida e historicamente correta. Os críticos freqüentemente descrevem os evangelhos como lendas piedosas, não dotadas de competência histórica e designadas somente para propósitos de propaganda. Embora se saiba que os evangelhos não são biografias em sentido estrito, segundo definições do século XX,[1] os fatos que se seguem dão imenso peso à exatidão histórica do Novo Testamento.ESTUDOS OBJETIVOS REFORÇAM O NOVO TESTAMENTOOs arqueólogos que estudam antigas civilizações descobrindo ruínas e examinando artefatos, têm crescente êxito em confirmar a exatidão dos textos bíblicos. A defesa de Sir William Ramsey's dos escritos de Lucas é um exemplo clássico[2] Os achados arqueológicos têm, na verdade, revertido as opiniões de certo número de pessoas previamente céticas. Entre eles está o erudito Dr. William F. Albright, que escreve:"O excessivo ceticismo mostrado contra à Bíblia [por certas escolas de pensamento] tem caído progressivamente em descrédito. Descobertas após descobertas têm estabelecido a exatidão de numerosos detalhes."[3]Recentes descobertas arqueológicas incluem tanto o Tanque de Betesda (João 5:1) e "o Pavimento" (João 19:13). Sua existência foi posta em dúvida apenas a poucas décadas atrás. A confirmação da exatidão do local do Poço de Jacó também foi obtida (João 4).[4] Tais achados têm feito muitos estudiosos reverterem suas opiniões antes céticas sobre a historicidade do quarto evangelho. Seu autor tem demonstratado um óbvio e íntimo conhecimento da Jerusalém da época de Jesus, como esperaríamos do apóstolo João. Tais detalhes não teriam sido acessíveis a um escritor de geração posterior, pois Jerusalém fora demolida sob o exército romano de Tito em 70 A.D.Ainda, a recente descoberta de um censo Romano similar àquele de Lucas 2:1, e a confirmação histórica de sua "sincronia"[5] em Lucas 3:1f, desvenda o cuidado tomado por Lucas na escrita do seu evangEsta mensagem foi enviada por Josué Coimbra Xavier. Para ver o perfil de Josué, clique em:http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=16394112219506274786 Josué Coimbra Xavier

terça-feira, 29 de maio de 2007

Vídeo sobre o Arrebatamento recebe mais de 100.000 visitas no Youtube

http://www.youtube.com/watch?v=T308SRu2570m vídeo realmente impactante simbolizando o momento da volta de Jesus para arrebatar sua igreja na terra, baseado no livro de Mateus 24:42 vem fazendo crescer ainda mais o número de visitas a um dos sites mais acessados do mundo.Trata-se de um vídeo, originalmente produzido em inglês e que foi reeditado por produtores potiguares, isso mesmo, do Rio Grande do Norte, ganhando nova sonorização e narração em português (antes só existia em inglês ou, no máximo, legendado em português).O vídeo "O ARREBATAMENTO em português" foi narrado pelo radialista, Milton Duarte, evangélico da Aseembléia de Deus, que vem produzindo mensagens em vídeo e áudio com temas bíblicos.O vídeo já foi "favoritado" em mais de 120 sites e blogs e já recebeu mais de 102 mil visitas em pouco tempo.Ao mesmo tempo, o material já foi disponibilizado para exibição em igrejas evangélicas e eventos no formato DVD, com qualidade apropriada, obtendo resultado surpreendente onde foi exibido, devido ao seu teor criativo e, principalmente, espiritual.Assista o vídeo abaixo:Fonte: Jornalismo Gospel

http://http://www.youtube.com/watch?v=T308SRu2570

Cientistas canadenses criam corpo humano virtual em "4D"



da France Presse, em Ottawa
Cientistas de uma universidade canadense criaram o que consideram ser o primeiro modelo virtual "quadridimensional" de um corpo humano, uma invenção que permitirá compreender melhor a evolução das doenças e até permitir aos doentes visualizá-las.
A imagem, gerada por computador, de um corpo humano cujos órgãos internos e sistema circulatório aparecem em cores, se projeta como um holograma numa sala escura, na qual o modelo virtual parece flutuar.
Divulgação
Corpo virtual permitirá visualizar doenças
O projeto, batizado de Caveman (homem das cavernas), pela escuridão da sala em que a imagem é exibida, foi apresentado na Universidade de Calgary, na Província de Alberta (sudoeste do Canadá).
O modelo inclui mais de 3.000 elementos do corpo humano. O usuário pode manipulá-lo à vontade, como se fosse um videogame, para observá-lo em diferentes ângulos ou fazer zoom em um ou outro órgão para estudá-lo.
"A imagem é quase viva. Isso nos permite, pela primeira vez, ter um modelo completo do corpo humano, do ponto de vista da anatomia, da química e dos tipos de tecidos", disse Andrei Turinsky, do Departamento de Bioquímica Molecular da Universidade de Calgary.
Ao usar uma técnica de programação de informática, os cientistas chegam a criar uma imagem que pode ser vista com lentes especiais. O resultado é uma espécie de atlas completo do corpo humano em "quatro dimensões" --as três espaciais e uma temporal. O modelo permite, ainda, ver a evolução de uma doença e também imaginar a reação do organismo aos medicamentos.
Os cientistas se servem de informações dos doentes, especialmente de ecogramas ou imagens de ressonância magnética, para personalizar o modelo. "Isso permite a um médico ou um paciente ver o que acontece no corpo. É muito melhor que um manual de biologia", disse Turinsky.
"A princípio, será possível mostrar ao paciente o que se passa dentro do seu corpo. E mais tarde se espera poder prever o que acontecerá se o tratamento não for seguido ou se alguns genes começarem a agir", acrescentou.
O projeto Caveman também poderá permitir fazer simulações destinadas a preparar cirurgias ou desenvolver novas técnicas cirúrgicas.

Cientistas canadenses criam corpo humano virtual em "4D"


da France Presse, em Ottawa
Cientistas de uma universidade canadense criaram o que consideram ser o primeiro modelo virtual "quadridimensional" de um corpo humano, uma invenção que permitirá compreender melhor a evolução das doenças e até permitir aos doentes visualizá-las.
A imagem, gerada por computador, de um corpo humano cujos órgãos internos e sistema circulatório aparecem em cores, se projeta como um holograma numa sala escura, na qual o modelo virtual parece flutuar.
Divulgação
Corpo virtual permitirá visualizar doenças
O projeto, batizado de Caveman (homem das cavernas), pela escuridão da sala em que a imagem é exibida, foi apresentado na Universidade de Calgary, na Província de Alberta (sudoeste do Canadá).
O modelo inclui mais de 3.000 elementos do corpo humano. O usuário pode manipulá-lo à vontade, como se fosse um videogame, para observá-lo em diferentes ângulos ou fazer zoom em um ou outro órgão para estudá-lo.
"A imagem é quase viva. Isso nos permite, pela primeira vez, ter um modelo completo do corpo humano, do ponto de vista da anatomia, da química e dos tipos de tecidos", disse Andrei Turinsky, do Departamento de Bioquímica Molecular da Universidade de Calgary.
Ao usar uma técnica de programação de informática, os cientistas chegam a criar uma imagem que pode ser vista com lentes especiais. O resultado é uma espécie de atlas completo do corpo humano em "quatro dimensões" --as três espaciais e uma temporal. O modelo permite, ainda, ver a evolução de uma doença e também imaginar a reação do organismo aos medicamentos.
Os cientistas se servem de informações dos doentes, especialmente de ecogramas ou imagens de ressonância magnética, para personalizar o modelo. "Isso permite a um médico ou um paciente ver o que acontece no corpo. É muito melhor que um manual de biologia", disse Turinsky.
"A princípio, será possível mostrar ao paciente o que se passa dentro do seu corpo. E mais tarde se espera poder prever o que acontecerá se o tratamento não for seguido ou se alguns genes começarem a agir", acrescentou.
O projeto Caveman também poderá permitir fazer simulações destinadas a preparar cirurgias ou desenvolver novas técnicas cirúrgicas.

Renan diz que não se afasta do cargo; Peres defende licenciamento



GABRIELA GUERREIROda Folha Online, em Brasília
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse hoje que não pretende se afastar do cargo durante as investigações da Corregedoria da Casa para apurar o suposto pagamento das despesas pessoais do senador pela construtora Mendes Júnior. Entre as despesas estaria aluguel e pensão para a jornalista Mônica Veloso, com quem Renan tem uma filha, segundo reportagem da revista "Veja".
"Não [pretendo pedir afastamento] porque não há nenhuma acusação contra mim", disse Renan ao chegar ao Senado nesta manhã.
O senador Jefferson Peres (PDT-AM) defendeu hoje que Renan se licencie do cargo até o fim das investigações pela Corregedoria. "Não quero nem propor isso, pois é uma iniciativa pessoal, mas o Renan deveria licenciar-se da presidência para deixar membros do Conselho [de Ética] mais à vontade", afirmou.
Renan evitou responder aos questionamentos dos jornalistas sobre a origem do dinheiro utilizado para pagar pensão de R$ 8.000 para a jornalista. Nos documentos apresentados ontem por Renan em sua defesa, o senador não comprovou se utilizou recursos próprios para o pagamento da pensão antes de dezembro de 2005.
"Eu já falei tudo o que tinha que falar. Falei ao Senado, falei ao país. Eu entreguei todas as minhas declarações, não está faltando nada", disse.
Apesar de negar a ausência de documentos, Renan afirmou nesta terça-feira por meio de assessores que vai encaminhar "a quem de direito" documentos que comprovam a utilização do seu dinheiro para o pagamento da pensão e de aluguel à jornalista.
Segundo assessores do senador, a maior parte dos R$ 8.000 pagos à jornalista foi depositada em sua própria conta bancária. Ela também teria em seu poder, segundo aliados de Renan, os recibos de pagamento do aluguel de um apartamento onde ela vive com a filha do senador.O corregedor-geral do Senado, Romeu Tuma (DEM-SP), disse hoje que Renan também precisa comprovar a origem do dinheiro --cerca de R$ 100 mil-- que depositou, como foi alegado por ele, para constituir um fundo de educação e cultura para a filha de 3 anos.
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sexta-feira, 25 de maio de 2007

Novo transgênico combate superervas daninhas

Novo transgênico combate superervas daninhas Um novo tipo de planta geneticamente modificada pode retardar o apocalipse profetizado para o mercado de transgênicos na agricultura: as ervas daninhas resistentes ao herbicida glifosato, um dos mais usados.Produtos de engenharia genética como a soja Roundup Ready podem receber doses generosas do herbicida glifosato (nome comercial Roundup) e manter sua saúde, enquanto as ervas daninhas ao redor morrem. O problema é que, aos poucos, os vegetais indesejados que infestam as fazendas também estão ganhando resistência ao herbicida. A exemplo do que acontece com os antibióticos, é só uma questão de tempo até que "superervas daninhas" imunes ao glifosato --que já existem-- estraguem a festa das empresas de biotecnologia.Um estudo publicado hoje por cientistas da Universidade do Nebraska (EUA), porém, apresenta uma solução: criar uma outra planta transgênica, resistente a outro herbicida. A saída pode não parecer muito criativa, mas deve ganhar um bom espaço entre fazendeiros, já que as novas plantas são imunes ao dicamba, um herbicida barato e relativamente inofensivo para o ambiente.Seria, então, o fim do monopólio da multinacional americana Monsanto sobre o crescente mercado da soja transgênica? Não agora."A tecnologia foi patenteada pela Universidade do Nebraska e já foi licenciada para a Monsanto para comercialização", disse à Folha o bioquímico Donald Weeks, chefe da equipe que criou as plantas resistentes ao dicamba. "Nós desenvolvemos provas de princípio para soja e para tomate e depois abordamos algumas empresas em busca de um parceiro para comercializá-las. A universidade decidiu que a Monsanto seria a melhor opção."Weeks e seus colegas descrevem seu invento hoje em estudo na revista "Science" (www.sciencemag.org). Para criar as plantas resistentes ao dicamba, o grupo fez uma devassa no DNA de uma bactéria de solo naturalmente imune à substância até encontrar o gene responsável pela característica. Depois disso, usou tecnologia já existente para inserir o gene nas plantas."Não é um trabalho trivial", diz Marcelo Menossi Teixeira, geneticista da Unicamp que leu o estudo de Weeks. Localizar genes como o usado no estudo é extremamente trabalhoso. Em geral, é algo feito por equipes grandes em prazos longos --e com muito dinheiro. Weeks diz ter levado 12 anos para desenvolver suas plantas, mas só recebeu ajuda da Monsanto em 2005, depois do acordo.Gene sob controlePara Teixeira, um dos maiores méritos dos americanos foi ter conseguido inserir o gene de resistência no cloroplasto das plantas, uma estrutura que fica fora do núcleo das células, que guarda a maior parte do DNA. Dessa forma, não há risco de a planta transgênica fertilizar com seu pólen outras plantas e espalhar o gene pela natureza de forma descontrolada.O uso de mais de um tipo de herbicida --hoje o glifosato domina o mercado-- dificulta o aparecimento de superervas daninhas. "Essa variação deveria ser feita sempre, não importa se o agricultor usa transgênico ou não", diz Teixeira.A compra da tecnologia pela Monsanto, contudo, pode ser mesmo um lance milionário, já que a aposta é que os produtores de soja optem pela dobradinha dicamba-glifosato. "Se usados em combinação, o dicamba pode ajudar a prevenir o surgimento de novas ervas resistentes ao Roundup", diz Weeks.O glifosato, quando surgiu no mercado, já trouxe um benefício ambiental por substituir herbicidas mais tóxicos, mas o dicamba é ainda mais limpo."Uma das coisas legais sobre a abordagem que desenvolvemos --importar um gene que produz uma enzima que inativa o dicamba dentro da planta-- é que em teoria ela pode ser usada com qualquer herbicida", afirma o pesquisador. "Vamos continuar a fazer pesquisa explorando o uso possível dessa tecnologia em outras plantas."TemorErvas daninhas imunes ao glifosato ainda não são problema no Brasil, mas já assustam alguns países. Nos últimos dez anos, o número de espécies desse tipo nos EUA subiu de uma para 12. "Em três ou quatro anos, será um dos piores problemas" disse à revista "Science" Stephen Poles, da Iniciativa de Resistência a Herbicidas de Perth, na Austrália.

quarta-feira, 2 de maio de 2007

céu de estrelas


Imagem obtida pelo telescópio espacial Hubble mostra um denso grupo de estrelas na região central do aglomerado globular chamado NGC 2808