quinta-feira, 19 de abril de 2007

Fuvest divulga antecipadamente calendário para o vestibular 2008


Fuvest divulga antecipadamente calendário para o vestibular 2008 Fuvest divulgou nesta quarta-feira o calendário para o vestibular 2008. A idéia de divulgar antecipadamente é para que os candidatos possam programar a participação em outros processos seletivos.A fundação reúne os vestibulares da USP (Universidade de São Paulo), da Santa Casa de São Paulo e da Academia de Polícia Militar do Barro Branco.A Fuvest concentra o maior número de candidatos em vestibulares entre as universidades em São Paulo. Em 2006, foram 142.656 inscritos. As vagas eram distribuídas em 10.202 para a USP, cem para a Santa Casa e 180 para o Barro Branco.As atividades do calendário começam no dia 6 de agosto, com as vendas do manual do candidato, previstas para acontecer até 12 de setembro. O valor da taxa não foi divulgado.Entre os dias 9 e 16 de setembro ocorre a entrega das fichas de inscrição. A divulgação dos locais de exames da primeira fase ocorre no dia 16 de novembro. A data da prova foi marcada para o dia 25 de novembro.No dia 14 de dezembro a Fuvest faz a divulgação da lista de convocados e dos locais de prova da segunda fase de provas.As provas da segunda fase devem ocorrer entre os dias 6 e 10 de janeiro de 2008. Dos dias 8 a 11 de janeiro ocorrem as provas de aptidão e habilidades específicas.A divulgação da primeira chamada ocorre no dia 7 de fevereiro e as matrículas nos dias 11 e 12 do mesmo mês.

Receita de São Paulo com pedágios cresce 140% desde 2001


As receitas com ISS (Imposto Sobre Serviços) das cidades cortadas por rodovias pedagiadas em São Paulo mais que dobraram, em valores nominais, desde 2001, quando passou a ser feita, de forma ampla, a cobrança do imposto.Levantamento da Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) mostra que, enquanto em 2001 foram repassados aos municípios R$ 63,6 milhões, no ano passado o total chegou a R$ 152,1 milhões, ou 139,15% a mais.No Estado, os municípios que mais faturaram com os pedágios foram São Bernardo do Campo, por causa da concessionária Ecovias --que administra o sistema Anchieta-Imigrantes-, Campinas e Jundiaí, cujos trechos são geridos pela Autoban. A cobrança do ISS é simples: se em uma viagem um motorista paga R$ 100 em pedágios, R$ 5 serão distribuídos pelas concessionárias às prefeituras das cidades ao longo do percurso feito pelo motorista.O recolhimento de ISS feito pelas concessionárias e repassado aos municípios obedece à extensão de rodovia que as cidades abrigam."Os R$ 8,7 milhões que recebemos são representativos, ainda mais agora, que estamos com as obras por iniciar do Rodoanel, já que boa parte vai passar no município. Havendo pedágio [no Rodoanel], isso também vai favorecer", afirmou o secretário de Finanças de São Bernardo do Campo, Pedro Antonio Aguiar Pinheiro, 54.Desde o início da década, as cidades passaram a receber ISS após a aprovação de leis municipais, o que fez com que prefeituras que reclamavam de estar "ilhadas" pelos pedágios mudassem de opinião, já que passaram a receber os impostos pagos pelas 12 concessionárias.Desde então, as cidades já receberam R$ 678 milhões, valor equivalente ao Orçamento de uma cidade do porte de Ribeirão Preto (550 mil habitantes)."No começo, muitas cidades brigaram, porque era preciso votar uma lei para receber o ISS, e as Câmaras bloquearam as prefeituras. Algumas vieram reclamar para receber os atrasados, mas não conseguimos fazer isso", diz o diretor-geral da Artesp, Ulysses Carraro.Hoje, 168 municípios cortados por rodovias pedagiadas recebem o ISS em São Paulo, pelo teto, ou seja, 5% do imposto. São Paulo tem 3.500 km de rodovias concedidas.A região mais beneficiada é a de Campinas, com R$ 181 milhões, seguida pelo ABC e pela Baixada Santista, com R$ 96,8 milhões cada um. O pagamento de ISS não existia quando os contratos de concessão foram assinados na década de 90. Com o início do pagamento, o Estado foi obrigado a readequar os contratos, para haver equilíbrio econômico-financeiro das concessionárias.Esse foi um dos fatores alegados para a prorrogação dos contratos das empresas por até 104 meses, conforme revelou a Folha em janeiro.

WWF alerta para risco de extinção de leopardo no leste da Rússia


WWF alerta para risco de extinção de leopardo no leste da Rússia WWF (Fundo Mundial para a Natureza) pediu ao governo da Rússia nesta quarta-feira que crie uma reserva nacional no extremo leste do país para proteger o leopardo amur, espécie ameaçada de extinção. Segundo um censo realizado por cientistas americanos e russos, existem apenas entre 24 e 35 leopardos amur (Panthera pardus orientalis) vivendo no seu habitat, que se espalha por três reservas localizadas perto da fronteira com a China e ao longo do rio Amur.A contagem foi feita em uma faixa de território de pelo menos 5.000 quilômetros quadrados, na região de Primorie, na fronteira com a China, segundo Pavel Fomenko, diretor do Instituto de Geografia do Pacífico.Igor Tchestine, chefe do braço russo do WWF, disse que o governo poderia criar uma reserva de mais de 200 mil hectares. "Os zoológicos possuem centenas de leopardos amur que poderiam ser soltos", afirmou. O felino habitava as florestas da Rússia, China e Coréia do Norte, mas a caça ilegal, o desmatamento e outras atividades humanas limitaram seu habitat a uma área de 400 mil hectares nas florestas ao redor do lago Jasan, em Primorie.Quando adulto, o macho pode alcançar 1,70 metro de comprimento e pesar até 60 kg. A subespécie de leopardo é a que vive mais ao norte do globo.A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e o WWF financiam a Reserva de Biosfera Kedrovaya, em Primorie. O local pretende ajudar a proteger espécies naturais em risco de extinção, dentre as quais o leopardo.Com agências internacionais

quarta-feira, 4 de abril de 2007

ACM visita Lula e aconselha presidente a rejeitar pressão de aliados


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu as portas do seu gabinete nesta quarta-feira para o senador Antonio Carlos Magalhães (DEM-BA). ACM é um dos maiores críticos do governo Lula.
Sergio Lima/Folha Imagem
ACM visita Lula no Palácio e aconselha presidente a resistir a pressão de aliadosHoje, entretanto, o senador retribuiu a visita de Lula. O presidente visitou quando o senador esteve internado em São Paulo para tratamento de uma pneumonia. A conversa durou uma hora e meia, tempo suficiente para que ACM aconselhasse Lula sobre como lidar com os partidos aliados. Sem revelar o contexto da conversa, ACM disse que pediu permissão ao presidente para sugerir que ele não se submetesse à vontade dos partidos que apóiam seu governo porque ele tem capital político suficiente para não aceitar pressões. "Um presidente que ganha [as eleições] com 20 milhões de votos de diferença, na minha opinião não precisa se submeter a ninguém, não deve ficar refém de nenhum partido porque isso pode lhe trazer a cada hora dificuldades maiores", afirmou o senador a Lula. E complementou: "A força [da sua vitória] não foi de um partido, mas sua. Na Bahia, o senhor [Lula] ganhou a eleição de mim de maneira surpreendente".ACM não revelou o que Lula respondeu, mas disse que o presidente se mostrou disposto a ouvir mais a oposição. "Ele declarou que gostaria de conversar com todos os adversários como se fossem do próprio PT", disse. Ontem, durante jantar com a bancada do PT no Senado, o presidente Lula já havia explicitado sua intenção de abrir o diálogo com a oposição. Segundo ACM, o presidente pediu o apoio da oposição para votar matérias de interesse do Planalto que serão enviadas ao Congresso. Uma delas visa estimular a produção de biodiesel com a construção de várias usinas de aproveitamento de mamona. CalmariaACM disse que não tratou a crise aérea na reunião com o presidente porque considerou indelicado falar sobre o seu desafeto, o ministro Waldir Pires (Defesa). E ainda porque o clima no gabinete do presidente era de absoluta tranqüilidade. "Pelo ambiente que encontrei, me pareceu que está muito normal. Não parecei que tem uma crise nem no ar, na terra ou no mar", disse. O senador classificou o encontro como "útil", disse que o presidente estava "calmo e elegante" e sinalizou que a conversa pode se repetir "quando necessário